12/11/2018 as 06:54

Está na hora de provar, que chegou chegando

A procuração do governador tem plenos poderes

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Por Junior Valadares
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O Governador reeleito Belivaldo Chagas (PSD), tem a oportunidade de provar que o mote de sua campanha eleitoral era verdadeiro quando dizia, que  Belivaldo chegou, chegando. Sergipe como quase todos os estados da federação passa por um momento delicado, são grandes os desafios a serem enfrentados, a  Gestão Pública do nosso estado tem que passar por grandes transformações, setores como a Educação, Saúde, Segurança Publica e Geração de Emprego e Renda tem que deixar de ser apenas um discurso,  para virar realidade em todo o estado. O Galego não é bobo, sabe que sozinho não irá conseguir tocar as obras e serviços que os sergipanos precisam,  e para isto terá que ter uma assessoria e um secretariado de primeira linha. Chega de penduricalhos e assessores do amém, políticos BOs não fazem bem a administração.  Belivaldo precisa de uma equipe preparada e competente, formada por técnicos de diversos setores,  que compreendam a gestão como forma de prestar um bom serviço à comunidade, até porque o cliente do governo são seus cidadãos.

A oportunidade para que isto ocorra chegou chegando e está nas mãos do governador, Sergipe passou um “cheque em branco”  para Belivaldo quando o elegeu com uma diferença de mais de trezentos mil votos para o seu adversário no segundo turno. Os sergipanos  consagraram  a forma de governar do Galeguinho de Simão Dias, agora a eleição acabou e o governador eleito precisa se debruçar sobre os problemas existentes  no estado, Sergipe precisa de uma gerentão, é isso mesmo, daqueles que trace metas e cobre resultados dos seus auxiliares, estamos vivendo tempos difíceis; segundo o ex governador Jackson Barreto (MDB), o estado está quebrado. Mas nada como um sopro de esperança no ar,  Belivaldo conhece a maquina, está há quase  doze anos contribuindo com o estado, foi vice-governador duas vezes, secretário de Educação e da Casa Civil e está há oito meses como governador, portanto, conhece a máquina administrativa e seu funcionamento como ninguém. O tempo agora é de governar, promover justiça social, paz, educação, saúde, emprego e renda para os sergipanos, vamos aguardar e torcer para que dê certo, de resto é esperar que Belivaldo monte uma boa equipe e que possa conduzir o nosso pequenino Sergipe com sabedoria e capacidade, qualidades que o Galego sempre demonstrou ter, vamos torcer para que nosso governador prove que CHEGOU, CHEGANDO. 

TALYSSON COSTA

O deputado eleito pelo PRB, Talysson de Valmir de Francisquinho será diplomado. Isso porque ainda há recursos a serem julgados. Com a cassação do mandato, a defesa do deputado eleito ingressou no TRE-SE com o pedido de embargos de declaração, um tipo de recurso usado em processos judiciais para pedir ao juiz que esclareça alguns pontos de uma decisão dada por ele. Depois desse recurso, a defesa ainda poderá recorrer junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e enquanto todos os recursos não forem finalizados a corte entende que o deputado eleito pode exercer seu mandato.

REPRESENTAÇÂO

O Tribunal Regional Eleitoral julgará nesta quarta-feira, 14 a partir das 15h  mais uma representação apresentada pela deputada Maria Mendonça (PSDB) contra o prefeito de Itabaiana, Valmir de Francisquinho (PR), e seu filho, o deputado estadual eleito Thalysson Costa (PR). O relator é o desembargador Ricardo Múcio Santana de Abreu. A  deputada acusa pai e filho de abuso do poder econômico na campanha eleitoral deste ano. O processo 0600824-75.2018.6.25.0000 foi colocado em pauta e os advogados da representante são Michael Douglas Cunha da Mota e Priscila Mendonça Andrade. Quem irá fazer a defesa do prefeito é o Dr, Fabiano Feitosa. Mais uma para a conta.

USO DE ARMAS

As regras atuais de posse de arma são restritivas, disse o juiz Sérgio Moro, que assumirá o Ministério da Justiça no ano que vem, na gestão Bolsonaro. Em entrevista ao programa Fantástico, da TV Globo, exibida na noite deste domingo, 11, o magistrado afirmou que esse "não pode ser um motivo de preocupação" para as pessoas. Em sua opinião, o que está em questão com a liberação da população para que mantenha armas em casa não é "redução ou não da criminalidade", mas o cumprimento de uma promessa de campanha de Bolsonaro. "O presidente eleito tem um compromisso com os eleitores", afirmou.

OBRAS

A equipe de transição entre os governos de Michel Temer e Jair Bolsonaro se debruça, nas próximas semanas, sobre um documento que traz a relação dos projetos concluídos e inacabados do Executivo federal. Um total de 7,3 mil projetos que ainda constam como incompletos - e representam mais de R$ 32,5 bilhões em investimentos até sua conclusão - devem ser alvo de escrutínio do gabinete instalado no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília.

DOAÇÔES

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, afirmou que tem intenção de fazer com que todos vivam bem e em harmonia no Brasil. Segundo ele, é preciso “transformar o nosso país” em um local onde todos consigam conviver mais felizes. O esforço, de acordo com Bolsonaro, é conjunto de todos aqueles que contribuem para o governo eleito. Bolsonaro surpreendeu o empresário Silvio Santos, que conduzia o Teleton, uma campanha do SBT em favor de ajuda financeira para a Associação Brasileira de Assistência para a Criança Brasileira (AACB). O presidente eleito ligou direto para o apresentador para pedir doações. Sou um fã teu. Tenho acompanhado o Teleton à medida do possível, realmente há um reconhecimento muito grande por parte da sociedade”, disse. “A grande contribuição não é minha. É pedir, respeitosamente, para quem votou em mim ou não, mas é fã do Silvio Santos, que faça uma doação que seja de R$ 5.”

FHC

Em entrevista ao jornal argentino "Clarín", o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) disse que não se apresentaria novamente como candidato a presidente do Brasil porque é "um homem razoável e as pessoas razoáveis já não têm espaço num país polarizado." O ex-presidente disse que a polarização brasileira não se deve apenas ao presidente eleito Jair Bolsonaro, mas também ao comportamento do PT. "Eles sentenciavam que eram os bons e os demais, os maus. A mim, me acusavam de neoliberal, algo que nunca fui, mas era um modo de dizer que eu não servia", disse FHC.

 




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