25/05/2018 as 06:22

Efeito Orloff

A administração do seu, do meu, do nosso prefeito Edvaldo Nogueira (PCdo B) o popular Foguinho Zabumbeiro, está em festa.

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Por Junior Valadares
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Eu sou você amanhã. A administração do seu, do meu, do nosso prefeito Edvaldo Nogueira (PCdo B) o popular Foguinho Zabumbeiro, está em festa. Hoje, o prefeito Foguinho, vai receber o ministro da Cultura Sá Leitão e ao lado do líder do governo no Congresso Nacional André Moura (PSC), eles irão assinar a liberação de mais milhões para a administração municipal. Já em outro campo o prefeito Zabumbeiro parece sofrer do efeito ORLOFF, aquele mesmo em que as pessoas esquecem do que aconteceu no dia anterior, pelo menos é o que a sua administração deixa transparecer. Após criticar por inúmeras vezes a gestão anterior, em virtude dos cargos comissionados, o prefeito Zabumbeiro deve sofrer um revés. Pelo menos é o que promete o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Aracaju (Sepuma) Nivaldo Fernades, que promete levar ao TCE as eidências de servidores fantasmas na Prefeitura de Aracaju. Fernandes afirma que há inúmeros Fantasminhas Camaradas na administração municipal que recebem sem trabalhar. Com isso, a intenção do Sepuma é que o TCE promova uma auditoria na prefeitura para descobrir a relação atual de comissionados, em atuação semelhante à da época da operação Antidesmonte.

Segundo o sindicalista as informações divulgadas pela gestão do prefeito Foguinho de que o número e os gastos com os CC’s tenham caído é balela. “Em dezembro de 2016, João Alves pagou R$5,1 milhões a 2.500 comissionados. Edvaldo disse que reduziu em mil o número de cargos. A PMA deveria ter 1.500. Se é assim, como paga R$4,3 milhões? É uma regra de três simples. A gente não sabe a quantidade porque ele (Edvaldo) não publica a lista, ninguém sabe, é ‘pé de cobra’. A gente sabe que eles mentem pelo número de gastos com CC’s”. As informações levantadas pelo presidente do Sepuma apontam que os atuais valores gastos pelos comissionados representam em torno de 8% da folha salarial. Sobre a suspeita de cargos fantasmas na PMA, Nivaldo utiliza como argumento o número de servidores lotados em gabinetes e secretarias. “No gabinete do prefeito, uma servidora acumulou um valor de R$ 356 mil em salários em todo o ano passado. Na Secretaria de Governo, são 240 comissionados, fora os efetivos. É uma secretaria pequena. Na Secretaria de Saúde, são 320 CC’s”, revelou.

Problema que tem raízes

O deputado federal Jony Marcos (PRB) discursou durante reunião da Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados. Para ele, o que sustenta a balança comercial do País é a agricultura e a pecuária, mas o escoamento dessa produção se faz sobre rodas”. Jony Marcos reforçou que o alto preço da gasolina é um problema que tem raízes em governos anteriores. Segundo ele, é imprescindível oferecer opções para solucionar o problema: “De nada adianta dizer que a culpa do aumento do combustível não é nossa. De fato, não é, porém, não achar uma solução para a dificuldade é, sim, nossa culpa”.

Fraco e cambaleante

O senador Antônio Carlos Valadares, líder da bancada do PSB, disse que a greve dos caminhoneiros conseguiu paralisar praticamente o Brasil e provou aquilo que todos sabiam: “estamos diante de um governo fraco, cambaleante, sem estratégia para agir com previsibilidade e rapidez antes que o clarão da crise apontasse no horizonte. O governo subestimou o movimento de protesto dos caminhoneiros, deixando que a situação se agravasse. A tal ponto que, não apenas o sistema de abastecimento de combustível entrou em colapso, como as gôndolas dos supermercados, farmácias, o comércio de um modo geral, os correios e a aviação sentiram de imediato o impacto da greve”, disse Valadares

Ensino Integral

O pré-candidato ao Governo do Estado, Milton Andrade (PMN) demonstrou preocupação na necessidade de avançar na qualidade do Ensino Público, apoiando a implementação do Ensino em Tempo Integral em Sergipe. Milton diz: “Ensino Público pode ser de qualidade, e o que falta é gestão de verdade, um diálogo sério com a sociedade do que é prioritário. Milton lembrou o triste fato de Sergipe ter a pior Educação pública do país. O caminho para avançarmos em qualidade da educação é investir no ensino em tempo integral.

Proposta eficiente

Com proposta em unificar e concentrar investimentos para desenvolver uma política de educação focada na qualidade entre a rede de ensino municipal e estadual, Milton apresenta uma proposta eficiente: "De todo ICMS arrecadado, 25% é transferido para cada município sergipano, de acordo com um critério ineficiente e que não considera em nada a qualidade da educação. Para focar no ensino de qualidade, vamos aplicar o Índice de Desenvolvimento de Educação Básica (IDEB), como critério para distribuição do ICMS aos Municípios. O critério vai ser a qualidade da educação ", afirmou Milton Andrade.

País dos banqueiros.

Estive ontem pela manhã com o pré-candidato a deputado federal Zé Carlos Machado. O ex-vice prefeito de Aracaju me deu uma aula, demonstrou ter profundo conhecimento de economia e disparou. “Os juros dos bancos somaram R$ 300 bilhões em 2017. Para ter idéia do que o valor representa,  Machado faz uma analogia com o que se paga de Bolsa Família no Brasil. “Anualmente, o país gasta R$ 30 bilhões com o programa. Ou seja, com os juros dos bancos daria para custear o Bolsa Família por dez anos”, contabiliza. Para ele, a situação é gravíssima e precisa de uma reação do poder público, sob risco de o Brasil tornar-se oficialmente “um país dos banqueiros e não dos brasileiros”.

TCE

O colegiado do Tribunal de Contas do Estado (TCE) esteve reunido em sessão plenária nesta quinta-feira, 24, sob a presidência do conselheiro Ulices Andrade. Foram julgados 11 processos e três protocolos, com a participação também dos conselheiros Carlos Alberto Sobral, Carlos Pinna de Assis, Clóvis Barbosa, Luiz Augusto Ribeiro, Susana Azevedo e Angélica Guimarães, além do procurador-geral do Ministério Público de Contas, João Augusto Bandeira de Mello. Todos os votos foram aprovados por unanimidade pelo colegiado e, em alguns casos, ainda cabe recurso junto ao TCE.




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