07/06/2018 as 06:40

Nem tanto mestre, nem tanto

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Política
Por Junior Valadares
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Usei uma frase de um personagem da Escolinha do Professor Raimundo para contestar a informação de um presidente estadual de um partido político, que avaliou nesta semana, ser impossível para um candidato de chapa majoritária vencer as eleições sem a prticipação de um encorpado grupo político. Ontem pela manhã fui recebido por um dos pré-candidatos a deputado federal, para uma conversa sobre a atual conjuntura política do estado,  e saí convencido por ele e pelos números que analisamos (apesar de já ter  a mesma opinião), que grupo político é importante sim, mas não é imprescindível para se vencer uma eleição majoritária.

Depois de analisarmos juntos algumas eleições de Sergipe e do Brasil, chegamos à conclusão e vou exemplificar que grupo político tem que estar motivado, azeitado e ter acima de tudo um nome que empolgue a população, principalmente no atual momento em que vivemos, onde o curto período da eleição e a internet terão papeis fundamentais para o resultado do próximo dia 7 de outubro, para comprovar a informação fui buscar na recente história política do estado, o ano de 1998. Depois de romper com o governador Albano Franco (PSDB), o ex-ministro, ex-governador e ex-prefeito João Alves (DEM) se lançou ao governo do estado tendo como vice o atual presidente estadual do PPS Clovis Silveira, com o apoio de um só prefeito municipal na época, Regina Passos de Ribeiropólis, e só perdeu a eleição para Albano na época governador por apenas cinqüenta mil votos no segundo turno, uma prova inconteste que política pode ser feita sem grupo, só não pode ser feita sem povo.

Sem rumo, sem líder e sem gestão

Depois de anunciar o medico Hamilton Maciel como o novo secretário da Saúde do estado, o governador Belivaldo Chagas (PSD), sofreu um revés. Dr. José Hamilton desistiu de assumir a secretaria e o deputado federal Valadares Filho (PSB) pré-candidato ao governo do estado afirmou que  “esse governo Jackson/ Belivaldo é sem rumo, sem líder e sem gestão”

Fim de feira

Ainda segundo Valadares Filho, “a desistência do Dr. José Hamilton em assumir a Secretária da Saúde demonstra a total falta de credibilidade de uma administração que já acabou”. Segundo alguns políticos do interior sergipano, parece que o governador Belivaldo Chagas (PSD), está em final de feira, onde o café está gelado e a água quente, não acredito.

Nota do governo

O governo do estado emitiu uma nota no inicio da tarde desta quarta-feira (06), para informar que o governador Belivaldo Chagas recebeu o médico José Hamilton Maciel em seu gabinete e que durante o encontro, o médico expressou imensa gratidão ao governador pelo convite para comandar a Secretaria de Estado da Saúde, mas que não poderá assumir devido a um apelo dos seus familiares.

Tropa de choque do lixo

A tropa de choque do meu, do seu, do nosso prefeito Edvaldo Foguinho Zabumbeiro agiu ontem. O vereador Vinicius Porto (DEM), presidente da CPI do lixo na CMA, aliado do prefeito Foguinho, afirmou ontem que a oposição deve se unir e contribuir para a apuração dos fatos relacionados à CPI do lixo. Segundo o vereador criar Fake News só prejudica os trabalhos e, principalmente a população. Morri de rir, a CPI tem chapa branca.

Dia dos namorados

Estamos em junho, vem aí uma das datas mais esperadas pelo comerciantes e políticos do estado. Tem paquera que pode avançar e se transformar em namoro, noivado e até casamento, basta que você faça uma pequena consulta ao PDT. Dirigentes do partido, avaliam que o PDT faça uma aliança com o PSB para garantir a possibilidade da eleição do deputado federal Fabio Henrique e da estadual Silvia Fontes como exige a direção nacional do partido.

Voto impresso

Na sessão desta quarta-feira (6), o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) deferiu liminar na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5889 para suspender dispositivo da mini reforma Eleitoral de 2015 que instituiu a necessidade de impressão do voto eletrônico. O posicionamento majoritário entre os ministros foi de que o dispositivo coloca em risco o sigilo e a liberdade do voto, contrariando a Constituição Federal.




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