12/07/2018 as 13:48

O atendimento no CASE

Ponto de Vista Por Ivan Valença

Ponto de Vista

Política
Por Ivan Valença
Foto: (Secretaria de Estado da Saúde).<?php echo $paginatitulo ?>

Não vai muito longe o tempo em que o CASE (o Centro de Atenção à Saúde) era conhecido pelo cognome de Circo dos Horrores. É fácil entender o por que: a área de espera do atendimento reunia um número de pessoas absolutamente feias que tinha até dificuldades de falar, de explicar o que estava fazendo por ali. Hoje,  melhorou um pouco o visual (mas, vamos e convenhamos o  CASE pouco pode fazer sobre isso) mas o atendimento ao público está bem melhor.

Frequentador do CASE já há algum empo – desde quando  se descobriu portador de diabetes e se credenciou a obter remédios receitados pelo médico dr. Raimundo Sotero – voltamos esta semana por lá e constatamos as melhorias do Centro. De vez em quando aparece um “punk” por lá, mas ainda se permite que pessoas busquem recursos entre os pacientes que esperam atendimento, mediante a apresentação de um pequeno papel relatando um caso deprimente que ninguém sabe se é verdade. Vamos lá, você contribui com quanto quiser, e se quiser contribuir, claro.  

A farmácia onde os pedidos de remédios são atendidos, ainda é pequena, mas muito bem organizada, sem queda de serviços, quando há troca de servidores, por volta de uma hora da tarde. A esta altura do campeonato o CASE já merecia uma sede própria maior, não só para abrigar os clientes que o procuram mas até para ampliar  seus serviços.

Estes são tão bem cuidados, que atende até gente de fora. Um motorista de taxi, o Rivaldo, que faz ponto na parte externa do CASE, disse-nos que há poucos dias uma senhora veio de Fortaleza buscar um remédio , que custa 23 mil reais no mercado normal, e que estava em falta em todo o Brasil, e só tinha um último exemplar no CASE de Sergipe. A viagem érea compensava o sacrifício de vir pegar o remédio por aqui. O CASE só precisa dar um jeito no atendimento dos clientes que são obrigados a esperar demais  na fila para um atendimento. Mas, o taxista deu uma dica: o atendimento começa as 7h30, mas o paciente chegando ao meio-dia é atendido tão bem quanto os que chegam tão cedo. Fica a dica, portanto.




Tópicos Recentes