16/07/2018 as 10:12

O final da Copa

Ponto de Vista Por Ivan Valença

Ponto de Vista

Política
Por Ivan Valença
Foto: (Fifa).<?php echo $paginatitulo ?>

Moscou preparou sua última surpresa na Copa do Mundo de Futebol da FIFA, que se encerrou no  domingo: um baita temporal que encharcou a todos, sem perdão. De jogadores e técnicos a  presidentes de outros países, até a presidenta da Croácia – aquela que pagou passagem e hospedagem em Moscou do próprio bolso – ninguém escapou  dos fortes pingos de chuva, que lavaram o estádio palco de França 4 x Croácia 2.

Aliás, foi um final de Copa realmente inesquecível. Primeiro pela surpresa inicial, aquela que mostrou o ex-jogador Ronaldinho puxando a mão de um garotinho até introduzi-lo ao majestoso estádio. Ao fim do show inicial, outra surpresa, o brasileiro Ronaldinho Gaúcho como o chefe percussionista que dava o tom musical do show, numa música bastante conhecida, Klaminka. E não é que Ronaldinho Gaúcho, como músico, se saiu muito bem!

Para os críticos que acompanharam todos os jogos da Copa, esta foi a Copa da bola parada. Foram muitos pênaltis, inclusive na final, um pênalti marcado depois de muita demora – o juiz foi lá consultar  o árbitro de câmara – e confirmou o pênalti depois de 3 minutos de consulta a geringonça. Foi o primeiro gol da França, dando início à goleada de quatro gols, que não desanimaram a Croácia.

Pela primeira vez numa final de Copa do Mundo a  Croácia foi um time valente que perdia de quatro mas não se entregava. Lutou bravamente. Carregava o peso de tres prorrogações nos últimos três jogos, o que significava dizer que jogou uma partida a mais do que seu adversário, a França. Mesmo assim foi um time extremamente competente, bravo na derrota que já se previa desde o início da peleja.

Essa Copa teve também grandes decepções. Os cracões hegaram à Copa, há um mês atrás, com a perspectiva de uma Copa excepcional, mas fizeram pouco. A grande decepção entre todos eles – Cristiano Ronaldo, Messi, Neymar – sem dúvida foi o brasileiro, que serviu de motivo de chacota no mundo inteiro pelas quedas encenadas em campo.

Como espetáculo mundial, a Copa do Mundo recém encerrada cumpriu seu objetivo. Como a próxima Copa só daqui a quatro anos, no Qatar, vamos torcer  por um objetivo: que a Globo mude urgentemente seu quadro de narradores. Por exemplo: chega de Galvão Bueno. E menos improvisações: como Renata não-sei-o-que  que, de apresentadora do Jornal Nacional, virou comentarista, repórter, etc. durante a Copa.




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