11/09/2018 as 06:33

E agora Cauê

Marqueteiro pode ter cometido crime previsto no artigo 323 do Código Eleitoral, o popular Fake News

Política Online

Política
Por Junior Valadares
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Sempre considerei o publicitário Carlos Cauê um mago, outros como o senador Antônio Carlos Valadares (PSB) o consideram um marqueteiro do mal, mas agora o MAGO está com uma bucha de canhão grande nas mãos, ou no colo se você preferir. Após produzir uma FAKE MEWS, tentando colar a pecha de candidato do TEMER no também candidato ao governo do estado Valadares Filho, o marqueteiro mor das campanhas de Belivaldo Chagas (PSD), Jackson Barreto (MDB) e Rogerio Carvalho (PT) cometeu um crime previsto no artigo 323 do Código Eleitoral e no artigo 84, da Resolução TSE n°23.551/2017. Segundo a decisão do TRE “o ato impugnado viola o disposto no artigo 242 do Código Eleitoral, criando,no eleitorado, um estado mental baseado em alianças políticas que há tempo não existem, extrapolando, assim, os limites da crítica política”. A peça inicial patrocinada pela coligação comandada pelo PSB, citava ainda uma  decisão proferida pelo Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco, proibindo propaganda que apontava, indevidamente, Armando Monteiro como sendo da “turma do Temer” e que, “em virtude da falsidade da afirmação, determinou a retirada de circulação do vídeo impugnado. Em relação ao perigo da demora, sustenta que o mesmo é inerente ao período eleitoral pois, a cada dia que se repete uma ilegalidade, o dano causado à imagem e ao patrimônio político do candidato torna-se irreparável.

Com base nestes argumentos, a coligação requereu e conseguiu que o Juiz Fábio Cordeiro de Lima, relator do processo, concedesse uma liminar suspendendo a propaganda FAKE. O artigo 242 do código eleitoral dia que a propaganda, qualquer que seja a sua forma ou modalidade, mencionará sempre a legenda partidária e só poderá ser feita em língua nacional, não devendo empregar meios publicitários destinados a criar, artificialmente, na opinião pública, estados mentais,emocionais ou passionais. Portanto segundo a decisão liminar do juiz, a turma comandada pelo Mago Cauê, cometeu o crime de “propaganda eleitoral que importa em abuso do poder econômico, abuso do poder político ou uso indevido dos meios de comunicação social, independentemente do momento de sua realização ou verificação”, e que  poderão ser examinados na forma e para os fins previstos no art. 22 da Lei Complementar nº 64, de 18 de maio de 1990." Aí vem a pergunta que não quer calar, quem vai pagar o pato da cana dura? O art 84, diz que “constitui crime, punível com detenção de 2 (dois) meses a um 1 (ano) ou pagamento de 120 (cento e vinte) a 150 (cento e cinquenta) dias-multa, divulgar, na propaganda, fatos que se sabem inverídicos, em relação a partidos políticos ou a candidatos, capazes de exercer influência sobre o eleitorado (Código Eleitoral, art. 323, caput). A pena é agravada se o crime é cometido pela imprensa, rádio ou televisão (Código Eleitoral, art. 323, parágrafo único)." Vou fazer uma visita hoje ao meu amigo Bareta, e perguntar a ele se realmente “ A CANA È DURA”, Cauê é meu amigo.

PÓS FACADA

A 1ª pesquisa realizada inteiramente após o atentado sofrido na última 5ª feira pelo candidato do PSL a presidente, Jair Bolsonaro, indica que ele chegou a 30% das intenções de voto. O levantamento foi realizado pela FSB Pesquisa, que foi contratada pelo banco de investimentos BTG Pactual.O estudo teve 2.000 entrevistas em todo o país, nos dia 8 e 9 de setembro (sábado e domingo). A margem de erro é de 2 pontos percentuais. O registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é BR-01522/2018. Leia a íntegra do relatório. Em 2º lugar aparece Ciro Gomes (PDT), com 12% —que na realidade está empatado tecnicamente na margem de erro com os 3 candidatos que vêm a seguir, todos com 8%: Marina Silva (Rede), Geraldo Alckmin (PSDB) e Fernando Haddad (PT).

HELENO

Em entrevista coletiva o candidato ao Senado, Pastor Heleno Silva, esclareceu pontos envolvendo a prisão Gladyson de Oliveira Costa, ocorrida na última quarta-feira, 5. Ele foi detido, segundo a versão inicial divulgada pela imprensa, enquanto tentava abastecer em um posto de combustíveis no bairro Santa Maria, em Aracaju, em um veículo Corolla de placa MNN 7166 com um vale card corporativo do Instituto Tecnológico e de Pesquisas do Estado de Sergipe - ITPS.  Pastor Heleno confirmou que o rapaz que foi preso nunca foi seu motorista, o Corolla nunca foi dele e muito menos o cartão que, segundo nota do próprio ITPS, foi extraviado e era usado por um motorista servidor autorizado. “Trata-se de uma armação política enorme. Jogaram meu nome na imprensa e para a opinião pública como se eu tivesse cometido um crime. Tentaram envolver meu nome numa situação da qual nem perto eu estava, simplesmente porque o tio do rapaz já trabalhou para mim. Fico triste por tudo isso”, afirmou Heleno. 

ROLA

Faleceu um dos nomes mais icônicos da política sergipana nos últimos anos, o ex-candidato a deputado federal Rôla, vítima de câncer de próstata. Com o slogan de campanha "Rôla Neles", em 2002, José Ribeiro - seu verdadeiro nome - se candidatou a deputado federal pelo extinto Partido Geral dos Trabalhadores (PGT) e obteve 20.812 votos, muitos dos quais conseguidos por um desejo de protesto da população. Na época, a Justiça Eleitoral ainda tentou a impugnação da sua candidatura em função do nome nada convencional que ele utilizou para ser registrado, mas Rôla conseguiu disputar as eleições após comprovar que esse era um apelido que tinha ganho há algumas décadas. Ele estava com 71 anos de idade. Seu corpo foi enterrado ontem às 10h no cemitério São João Batista, em Aracaju.

AUTONOMIA

Os delegados de Sergipe conheceram, na manhã desta segunda-feira (10), o Programa de Governo de Valadares Filho, candidato ao governo pela coligação “Um Novo Governo para Nossa Gente”. Promovido pela Associação de Delegados de Polícia do Estado de Sergipe (Adepol), o encontro ocorreu no Celi Hotel, em Aracaju, e durou cerca de duas horas quando, além de expor suas propostas para administrar Sergipe, focando na questão da segurança pública, Valadares Filho respondeu a perguntas dos delegados que, ao final, lhe entregaram um documento contendo sugestões para a área. Para combater a violência e reduzir os índices da criminalidade, Valadares Filho aposta numa política de prevenção. Importante, para ele, conforme colocou, dotar a polícia de autonomia financeira e livre da burocracia, proporcionando a agilidade do processo investigativo. Para isso, o candidato pretende investir em tecnologia e inovação, além de criar mecanismos capazes de destravar as ações policiais. “Não podemos imaginar que a polícia pare uma investigação por falta de recursos financeiros ou pela burocracia que engessa a máquina administrativa”, defende o candidato.

CABO

Na manhã desta segunda, dia 10, às 9 horas, o vereador Cabo Amintas, juntamente com o advogado Márlio Damasceno, esteve presente ao Ministério Público Estadual, mais precisamente no Centro de Apoio Operacional de Segurança Pública (CAOp) - que tem à frente o Promotor de Justiça Dr. Leidson Gadelha Moreira - atendendo a convite, para participar de audiência, face à representação protocolada no dia 14 de agosto do corrente ano, com o objetivo de tratar da questão do policiamento em festas e eventos públicos, evitando-se assim que fatos como o que ocorreu em Brejo Grande, onde o efetivo de policiais militares era baixo para o quantitativo de pessoas que participavam do evento festivo, sem contar ainda que os militares não dispunham de armamentos não letais, nem apoio de outras unidades operacionanis como Choque, Gati, Cavalaria e COE. A audiência foi bastante importante para buscar traçar parâmetros para realização de eventos e festas públicas na capital e principalmente no interior do Estado, tendo o Promotor de Justiça Leidson Gadelha Moreira mostrado-se bastante solícito a esta situação, ouvindo os reclames do parlamentar e do seu advogado, que foram procurados pela tropa.

CONCURSO

A Assembleia Legislativa de Sergipe homologou e considerou como resultado final, a relação dos candidatos habilitados, referente ao edital nº 07/2018 para o I Concurso Público visando o provimento de cargos efetivos do quadro de pessoal da Alese. O concurso foi publicado no Diário Oficial do Estado, edição nº 27.862 de 12 de janeiro de 2018 e as provas foram realizadas em 22 de abril. O primeiro concurso realizado pela Assembleia Legislativa de Sergipe, por meio da Fundação Carlos Chagas em 22 de abril de 2018, contou com 45 mil inscritos. Desses, 693 pessoas com algum tipo de deficiência.




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