05/11/2018 as 06:25

Procuração com plenos poderes

O governador reeleito, recebeu do povo sergipano uma verdadeira procuração com plenos poderes

Política Online

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Por Junior Valadares
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O povo sergipano deu uma verdadeira lição de democracia no ultimo dia 28 de outubro, quando reelegeu o governador Belivaldo Chagas (PSD), com a maioria dos votos válidos dos sergipanos. O Galego que começou o período eleitoral amargando um terceiro lugar nas pesquisas, sendo inclusive vitima de gozações interessantes nas mídias e sociais e por parte da imprensa, não baixou a cabeça e nos últimos sessenta dias pré-eleições,  embarcou num jato e chegou, chegando para governar Sergipe, aliás, como seu marketing não parava de mostrar. O governador reeleito, recebeu do povo sergipano uma verdadeira procuração com plenos poderes e tem em suas mãos,  a responsabilidade de conduzir o próximo governo como titular absoluto do time comandado pelo povo, não pode e nem deve vacilar. Neste feriadão, percebi que vários internautas ligados a partidos e lideres da oposição teimam em não descer do palanque, criticando fortemente o governador reeleito por decisões administrativas tomadas pelo atual governador. Quero lembrar a eles que a eleição terminou no ultimo dia 28 de outubro e o povo sergipano referendou o nome do atual governador. Dois fatos me chamaram a atenção.

Na quinta feira, o Governador Belivaldo Chagas, nomeou o Dr. Eduardo D’Ávila para chefiar o MP/SE no próximo biênio. A nomeação, segundo os internautas oposicionistas, quebrou a tradição onde o mais votado deveria ser o nomeado. Discordo. Como disse anteriormente, Belivaldo tem uma procuração conferida pelo povo para lhe representar nos próximos quatro anos e nomear o segundo lugar em uma lista tríplice não é ilegal, é apenas uma questão no meu entender,  de confiança pessoal. Já em Simão Dias sua terra natal, o governador deixou bem claro, que quem quiser tratar já agora das eleições municipais de 2020 e 22 deve “fazer o favor  e tomar outro rumo”, recado duro para as declarações de um presidente de partido aliado. Na opinião do governador,  quem quiser deve se somar a Belivaldo para trabalhar duro pelo estado, neste momento “será bem aceito”. O Galego ainda disse, que tudo será discutido no momento certo e que agora é hora de “fechar as contas do atual governo, para que se possa iniciar um novo período de mudanças e definições para o estado”. O governador reeleito deve retornar ao batente hoje cedo, para iniciar um novo ciclo, se reunindo com sua equipe técnica para traçar os novos rumos do novo governo, que a maioria dos sergipanos escolheu para os governar. Hora de descer dos palanques.

RECONSTRUÇÂO

O deputado federal Valadares Filho (PSB) candidato derrotado para o governo do estado nas ultimas eleições disse que os nossos adversários deveriam se concentrar agora “em reconstruir Sergipe,coisa que não demonstram tanta aptidão”. Segundo o deputado, a velha política que eles praticam nem sempre funcionará e em relação ao PSB posso assegurar que não. O meu partido “confia plenamente na nossa condução enquanto presidente estadual e na luta que travei sacrificando o meu mandato para não deixar os sergipanos sem uma opção viável de mudança. Cheguei ao segundo turno enfrentando grupos poderosos em um batalha desigual, saindo de cabeça erguida com uma expressiva votação, orgulhando o meu partido e as pessoas que acreditaram em nosso projeto. Sei da preocupação causada pelo PSB ter se tornado a maior referência de oposição em Sergipe, mas eles podem ter certeza que terão do nosso partido uma posição oposicionista muito firme, democrática, fiscalizadora, defendendo a voz dos sergipanos que não acreditam nesse governo”.

COLETE

De colete à prova de balas, o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), assistiu na manhã deste domingo (4) a um culto evangélico no Rio. Nas cerca de duas horas dentro da Igreja Batista Atitude, Bolsonaro chorou, se ajoelhou no púlpito durante oração e fez um rápido discurso de agradecimento. Ao lado de Michelle Bolsonaro, sua mulher, que é tradutora de libras na igreja, ele atribuiu sua vitória à decisão de Deus. "Há quatro anos, decidi disputar a Presidência, sem recurso, sem partido, sem tempo de televisão, com grande parte da mídia contrária as nossas propostas. Mas, se isso tudo isso aconteceu no último domingo, só tem uma explicação. Foi Deus que decidiu. Nenhum cientista político conseguiu explicar o velho garoto que tinha apelido de Palmito ter chegado onde chegou", disse Bolsonaro.

DUQUE DE CAXIAS

No seu discurso, ele voltou a declarar que vai ser o presidente de todos e prometeu "seguir os passos de Duque de Caxias, o pacificador". "A partir do ano que vem, serei o presidente de todos. Queremos, sim, usando o meu lado militar, seguir os passos de Caxias, o pacificador", afirmou Bolsonaro, sendo aplaudido pelos fieis. Antes, Bolsonaro chorou no púlpito ao ouvir elogios do pastor Josué Valandro Junior, presidente da igreja. O presidente eleito assistiu ao culto na segunda fileira cercado de policiais federais. Apesar de aplaudido pelos fiéis, ele assistiu ao culto sem ser assediado. A cerimônia foi encerrada com a execução do Hino Nacional. O culto teve a presença de cerca de 4.000 pessoas. Depois da celebração religiosa, o presidente eleito seguiria para sua casa na Barra da TIjuca, também na zona oeste do Rio. No sábado (3), o presidente eleito visitou amigos e cortou o cabelo em Bento Ribeiro, bairro do subúrbio do Rio onde morou.

02

Com votações expressivas nas eleições deste ano, o deputado federal reeleito Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e seu irmão, o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), despontam como potenciais candidatos a disputar prefeituras em 2020. Mas, uma decisão que barrou a candidatura de um enteado do ex-presidente Lula, no passado, pode ser empecilho para esse novo salto eleitoral. Apesar de impulsionados pela popularidade do pai, o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), os filhos em princípio esbarram em um dispositivo na Constituição conhecido como "inelegibilidade por parentesco". Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), o popular 02, que está em seu quinto mandato seguido como vereador no Rio de Janeiro, estaria apto para tentar renovar sua permanência na Câmara Municipal, mas também não poderia disputar cargo de prefeito.

PF

 

Existe um movimento comandado por delegados da policia federal para tentar convencer Sergio Moro, futuro ministro da Justiça, a nomear a delegada Erika Marena que é a atual delegada em Sergipe, para o cargo de delegada geral da PF como está registrado na coluna Painel, da Folha de São Paulo, nesta segunda-feira, 5. Confura a publicação: Delegados que tentam emplacar Erika Marena na chefia da Polícia Federal devem ganhar o apoio da ADPF (Associação dos Delegados de Polícia Federal). Eles vão sugerir o nome dela a Moro. Em 2017, Marena estava no topo da lista enviada pela entidade a Michel Temer.

 

 

 




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