27/11/2018 as 06:10

O custo para Sergipe do sem mandato André

André poderia inclusive continuar como líder do governo no Congresso Nacional

Política Online

Política
Por Junior Valadares
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Sempre achei que Sergipe tinha perdido muito com a derrota eleitoral do líder do governo Michel Temer o deputado federal André Moura (PSC). André, neste mandato trabalhou como ninguém para Sergipe, foi tanto trabalho que só nesta legislatura conseguiu viabilizar mais de R$ 1.500.000.000,00 (hum bilhão e meio de reais) para Sergipe, grana que com certeza nunca tinha sido viabilizada para o estado com um único mandato de deputado federal. Não tenho nenhum tipo de procuração do deputado para defendê-lo, mas o faço por ser sergipano de coração. Os eleitores sergipanos perderam no meu entender uma grande oportunidade de eleger um senador comprometido com o estado. André hoje, com a experiência que tem,  faria muito bem ao futuro governo de Belivaldo Chagas (PSD), tentando viabilizar recursos na esfera federal em um governo,  onde o político sergipano teria total liberdade para agir - André tem prestígio com o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). E quem sabe poderia permanecer como líder do governo no Congresso Nacional, cargo cobiçado por muitos políticos que almejam ter notoriedade e recursos para ajudar os seus estados. O líder hoje está muito mais experiente, sabe como ninguém onde dormem os recursos na capital federal e poderia continuar contribuindo ainda mais com o estado de Sergipe, nós, os sergipanos, perdemos. A voz do povo assim determinou.

Para corroborar ainda mais com a minha tese,  o jornalista Murilo Ramos destaca no blog 'Expresso” da revista Época, a vinda do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), no último final de semana a Sergipe. Segundo o jornalista, André Moura é influente entre políticos do Centrão: segundo o jornalista “o  presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), está em campanha para ser reconduzido ao cargo no ano que vem e, para isso, deverá repetir a fórmula de viajar país afora em busca de apoio. No final de semana, Maia fez uma viagem ao interior de Sergipe. Quem o recebeu por lá foi o colega André Moura (PSC-SE), que não mais estará na Câmara dos Deputados a partir de 2019 porque concorreu — e perdeu — ao Senado. Moura, no entanto, é político influente entre os deputados do centrão e poderá amealhar alguns votos para o demista”. O prestígio demonstrado por André em Brasília é grande, basta que o sergipano faça uma analise fria do mandato do prefeito Edvaldo Foguinho Nogueira Zabumbeiro, para que se perceba  que os dois primeiros anos da administração comunista em Aracaju, foram salvos pela grande quantidade de recursos viabilizados pelo líder, que recebeu de volta um pé na b do prefeito, sendo derrotado em Aracaju e em Sergipe. André influencia hoje,  na decisão de mais de duzentos deputados ligados ao Centrão, grupo que com certeza terá voz e influência no futuro governo Bolsonaro. Por estas razões, perdeu Sergipe e seu povo, ao não conduzir André aos tapetes azuis do Senado Federal.

 MPE

A Procuradoria Regional Eleitoral em Sergipe realiza nesta terça-feira, 27/11, entrevista coletiva sobre o resultado das investigações decorrentes das Eleições gerais de 2018. Na entrevista que será realizada na sede do Ministério Público Eleitoral a procuradora vai revelar os nomes dos políticos que estão sendo investigados pelo órgão em Sergipe. Vem chumbo grosso por aí, tem político sergipano que vai botar as barbas de molho, é só esperar.

DEU XABÚ

Os membros do Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe (TRE/SE), por unanimidade julgaram improcedente a representação contra Valmir de Francisquinho, Talysson Barbosa e Edilson Junior (Júnior Carvalho). A representação foi feita pela deputada estadual, Maria Mendonça, que alegou que o funcionário Edilson Junior estava fazendo campanha política em repartições públicas. Segundo o Desembargador Roberto Eugênio da Fonseca Porto, a representação foi julgada improcedente por não haver provas que fundamentassem que o assessor estivesse fazendo campanha.

ATAQUES

O prefeito afastado do município de Lagarto, Valmir Monteiro (PSC) emitiu uma nota onde revela que “o matadouro público tem uma história secular” e que “é imperioso e necessário se respeitar a vontade da população”, diz Valmir em sua nota. Valmir diz ainda que tem atendido as propostas do MP. “De minha parte, todas as adequações sanitárias e administrativas propostas pelo Ministério Público Estadual vêm sendo atendidas”. Ao final, Valmir diz que está recebendo ataques e que tentam tumultuar a união do grupo. “Os ataques e as tentativas de colocar em dúvida a nossa união são apenas tentativas de tumultuar o ambiente administrativo e levar preocupação para os lagartenses”.

POSSE

A vice-prefeita de Lagarto, Hilda Ribeiro, assumirá a Prefeitura Municipal de Lagarto provisoriamente nesta terça-feira (27). Esposa de Gustinho Ribeiro, Hilda Ribeiro será a segunda mulher a comandar o poder executivo municipal. A posse de Hilda deve ocorrer por volta de 10h00 na Câmara de Vereadores. Afastado do cargo por determinação da Justiça por conta do processo que envolve o Matadouro municipal, Valmir Monteiro tenta liminar para voltar a comandar o executivo municipal.

VIOLÊNCIA

A senadora Maria do Carmo Alves (DEM) destacou,  que o 25 de novembro, considerado Dia internacional para a eliminação da violência contra as mulheres, como uma data para refletir sobre as várias formas de violência imputadas, especialmente, à mulher. “Infelizmente, temos vivido tempos de intolerância. As pessoas têm desprezado o valor da vida e fazem ataques físicos e psicológicos sem qualquer pudor. Isso é muito sério e precisamos nos reposicionar diante desse quadro de desrespeito à própria vida”, afirmou a senadora. Segundo Maria,  a sociedade não pode tolerar ou aceitar como algo normal as investidas contra as mulheres. “Essa é uma inquietação de cada um de nós cidadãos, independente de gênero, cor, condição social ou credo religioso”, disse a senadora, observando a responsabilidade que os pais têm na educação dos filhos, ainda, quando crianças.

NÃO ESCLARECEU

A Prefeitura de Aracaju tentou esclarecer que a Secom é responsável pelos grandes eventos realizados na capital. Conforme orientação do prefeito Edvaldo Foguinho Nogueira Zabumbeiro, a Fundação Cultural Cidade de Aracaju (Funcaju) foi o órgão responsável pela programação do evento. O São João custou R$ 3.643.000,00 milhões, através de licitação realizada em maio deste ano pela Seplog. Isso significa que, diferente do que foi divulgado, o Forró Caju não se utilizou de um valor de R$ 40 milhões. A Prefeitura afirma também que a legislação não impede a participação da empresa de propriedade de Téo Santana, irmão do presidente da Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb), Luiz Roberto Dantas de Santana, visto que o gestor e a respectiva empresa municipal não possui nenhum envolvimento com o processo licitatório para realização do evento, reforçando que o órgão licitante foi a Seplog, que não há em seu corpo diretivo familiares dos vencedores. Em relação ao pagamento do cachê do cantor Michel Teló, a Prefeitura explica que, do total de R$ 180 mil, R$ 160 mil foi realizado pelo Dr. Erário, devido ao cachê fixo do MinC para os artistas terem sido limitados a R$ 20 mil e necessitava ser complementado. No que se refere ao carimbo do registro de Erivaldo de Carira em um contrato do artista Silvério Pessoa, a Prefeitura ressalta que foi um erro operacional, em meio a mais de 200 contratos apenas de artistas, e que foi resolvido imediatamente após ser identificado. Por fim, a Prefeitura destaca que não há qualquer investigação da Polícia Federal nos trâmites do Forró Caju 2018.




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