11/12/2018 as 06:53

Bang Bang de acusações em Itabaiana

Em discurso na tribuna da Alese, a deputada Maria Mendonça disse que seu irmão, o ex-deputado Zé Teles estaria marcado para morrer

Política Online

Política
Por Junior Valadares
<?php echo $paginatitulo ?>

A cidade de Itabaiana, distante 58 Km de Aracaju, parece relembrar velhos tempos da política  que  tinham ficado no passado. Ontem à tarde, a deputada estadual Maria Mendonça (PSDB), disse em pronunciamento na tribuna da Assembleia Legislativa, que seu irmão o ex-deputado federal José Teles de Mendonça estaria recebendo uma ameaça de morte. No discurso, Maria afirmou que um indivíduo estava hospedado em um condomínio de luxo na cidade de Itabaiana, contratado para matar um membro da família Teles de Mendonça. Maria ainda afirmou que, diante dos fatos, ela e seu irmão foram até à SSP e passaram a informação para o Secretário de Segurança Pública. Maria disse que ela e seu irmão rechaçaram qualquer possibilidade de contar com proteção policial, entretanto, policiais militares foram vistos durante todo o final de semana ao lado da casa da deputada, em Itabaiana.

Em resposta às afirmações da deputada, o prefeito afastado de Itabaiana, o ex-aliado político da deputada,  Valmir de Francisquinho (PR), emitiu NOTA PÚBLICA afirmando que nada tem a ver com as especulações que agitam a cidade de que seria ele o responsável pelas ameaças de morte. Valmir afirma na nota, que nada tem a ver com as ameaças e dispara:  "agora me chega a triste notícia de que o irmão da Prefeita em exercício teria buscado proteção policial, alegando se sentir ameaçado por mim e pelos meus amigos. Quem me conhece sabe que sempre fui e sou uma pessoa da paz, do diálogo, e apesar do momento político pelo qual passa a nossa Itabaiana, comprovo com minhas atitudes apenas tristeza e indignação, mas sempre com a esperança buscada em Deus, através do conforto que só as orações podem nos oferecer nesse momento. Quero, neste momento  em público, repudiar essa atitude que apenas visa atingir de forma negativa a minha imagem e a dos que me acompanham. Isso porque, durante toda nossa trajetória de vida pública, modificamos significamente  a forma de fazer política, levando, sem qualquer distinção, o desenvolvimento para o nosso povo". Em resposta à NOTA, Maria finalizou afirmando em seu discurso que ela foi emitida pelo prefeito afastado após Valmir ter sido convocado para prestar esclarecimentos sobre o caso.

SIGILOS TELEFÔNICOS

Após afirmar que o “REI” havia contratado uma pessoa confiável para eliminar o seu irmão, o ex-deputado Zé Teles, a deputada Maria Mendonça (PSDB), utilizou a tribuna da Assembleia Legislativa e não poupou o seu ex-aliado político, o prefeito afastado Valmir de Francisquinho (PR). Como resposta o prefeito informou, que irá nesta terça-feira à Secretaria de Segurança Pública registrar Boletim de Ocorrência pedindo a quebra dos sigilos telefônicos dele, Maria Mendonça, Zé Teles e do radialista e secretário de comunicação da Prefeitura de Itabaiana, Alex Henrique.

EVENTO CANCELADO

A Secretaria de Estado da Cultura (Secult) informou ontem,  que decidiu pelo cancelamento do evento Sergipe Arte Litoral , evento que aconteceria nos dias 14, 15 e 16 de dezembro, na Praia da Cinelândia. A medida foi tomada tendo em vista a participação de uma empresa investigada na operação da Polícia Federal sobre supostas irregularidades no processo licitatório para contratação de artistas no Arraiá do Povo 2018. A empresa é representante exclusiva de quatro dos sete artistas selecionados por meio de chamamento público para se apresentarem no Sergipe Arte Litoral.

MPE

A Procuradora Regional Eleitoral Eunice Dantas concederá uma entrevista coletiva à imprensa na manhã desta terça-feira (11) na qual deve tratar sobre investigações decorrentes do período das Eleições Gerais de 2018. Na coletiva, segundo rumores, a procuradora pode divulgar o nome de outros candidatos que se saíram vitoriosos no pleito eleitoral, e que o Ministério Público Federal (MPF) pedirá a cassação em virtude de irregularidades cometidas durante a semana.

POLÍCIA FEDERAL

O delegado da Polícia Federal de Sergipe, Antônio José Silva Carvalho, que investiga o suposto crime eleitoral praticado pelo deputado federal eleito Valdevan 90 (PSC), disse que algumas pessoas que se declararam doadoras da campanha de Noventa desligaram os telefones, outros apresentaram atestados médicos e há ainda aqueles que permanecem calados quando questionados sobre os motivos das doações e outros que não comparecem à ordem de comparecimento para prestar declarações na PF. Segundo o delegado, a prisão desses doadores não pode ser descartada.  “Os doadores afirmaram que porque acreditavam nas propostas, mas quando perguntei quais eram as propostas, não diziam, porque haviam sido orientadas a não falar nada”, disse o delegado. Segundo Antônio Carvalho, a Polícia Federal tem em mãos alguns smartphones que foram apreendidos, uma lista com fotos de títulos eleitorais e contas de de energia e de água, “como se fosse um cadastro de eleitores que fossem votar nele”, afirmou.

PROVA

Depoimentos de vítimas de crimes sexuais são suficientes como prova. O posicionamento é do Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO), que anunciou, nesta segunda-feira (10), a criação de uma força-tarefa para receber os relatos e investigar os casos de denúncias contra o médium João de Deus. Em entrevista, o promotor Luciano Miranda Meireles reforçou a necessidade de vítimas formalizem as denúncias para que possam ser investigadas. "Por enquanto, o que temos é uma reportagem de TV. Precisamos de casos concretos". Segundo ele, o depoimento pode, sim, ser o único meio de fazer a investigação, já que crimes como o de estupro não ocorrem à luz do dia tampouco têm testemunhas. "Não há por que duvidarmos dos relatos das vítimas. É claro que não vamos encontrar vestígios do crime nem lesões". Enquanto isto, em Sergipe ...

CULTO

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) levou um pastor evangélico à cerimônia de diplomação, ocorrida nesta segunda feira no TSE. Segundo o colunista Bernardo Mello Franco, do jornal “O Globo”, o presidente pediu ao religioso que fizesse uma oração, antes do início da solenidade. O breve culto foi realizado em uma sala reservada aos ministros da Corte. Ainda de acordo com o colunista mencionado acima, a oração deixou alguns dos presentes constrangidos. Um ministro chegou a dizer que o local não é apropriado para manifestações religiosas. No momento da oração, estavam presentes na sala Rodrigo Maia, presidente da Câmara, e Eunício Oliveira, presidente do Senado. O pastor em questão é Josué Valandro, da Igreja Batista Atitude, que fica na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro.

 

 

 

 

 




Tópicos Recentes