20/12/2018 as 14:58

Em defesa da livre iniciativa

Ponto de Vista, por Ivan Valença

Ponto de Vista

Política
Por Ivan Valença
Foto: (Reprodução/PSDB).<?php echo $paginatitulo ?>

Em artigo publicado há poucos dias em um jornal local, o ex-governador Albano Franco relembra que foi um dos protagonistas  para a elaboração da chamada Constituição Cidadã, liderada pelo deputado Ulisses Guimarães. “Como representante dos empresários do setor industrial - escreve ele -  que aquela época participava com 27% da composição do PIB, pautei minha atuação na defesa da livre iniciativa e da propriedade privada, na concorrência econômica e na redução da participação governamental  nas atividades produtivas como forma de elevar a produtividade, o emprego e a competitividade  da economia brasileira”. E adianta: “Ressalto, porém,  com satisfação, meu empenho pessoal no sentido de que fosse explicitado no texto constitucional as contribuições compulsórias que constituem o alicerce financeiras das entidades que compõem o Sistema S – Sesi, Senai, Sesc, Senac, Senat e Sebrae. Tal explicitação representa uma medida extrema de segurança em face das tentativas do governo federal, quando em época de escassez pelos excessivos gastos que realiza, em canalizar esses recursos para a vala comum  da receita pública, o que deixaria as citadas entidades à mercê de transferências da União, ou seja, deixariam de ter financiamento próprio, exclusivo, como estabelecem as leis que as criaram”. As contribuições compulsórias  dos empregadores sobre a folha de salários são destinadas às entidades privadas  de serviço social e de formação profissional vinculadas ao sistema sindical. “Desnecessário comentar  o relevante papel que desempenha as entidades do sistema “S” no processo de desenvolvimento  social do Brasil.  Reconhecido internacionalmente, esse eficaz modelo de inclusão socioeconômica idealizado pelo empresariado tem sido adaptado com sucesso em diversos países”.

Exportações em Sergipe

As exportações de Sergipe, em novembro deste ano, somaram aproximadamente US$ 5,3 milhões, expandindo 6,7% quando comparado com o mês de novembro do ano passado e aumentando 36% em relação ao mês imediatamente anterior. Enquanto  isso, as importações ficaram em US$ 12,26 milhões, com aumento de 56,4% no comparativo com o mês do ano anterior. Já em relação às importações do mês de outubro de 2018, a expansão foi 34,7%. Por fim, o saldo da balança comercial no 11º mês do ano, ficou deficitária, fechando o mês com saldo negativo de US$ 7,3 milhões.

 




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