18/02/2019 as 05:34

O sergipano é solidário na dor

Bancos se negam a comprar royalties de Sergipe

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Por Ewerton Júnior
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O universo político sergipano está em polvorosa, principalmente aqueles que fazem o trabalho de lagartixa para o governador Belivaldo Chagas (PSD), aqueles que só balançam a cabeça para o mandatário de plantão. Belivaldo é um bom homem, tem boas intenções, mas continua rodeado por um bando de incompetentes, poucas ou raríssimas exceções se destacam neste universo. Na imprensa então, parte dos plantonistas hoje se sentam para elogiar o bom Belivas e obter um naco da gorda verba publicitária do governo, tem gente que até se utiliza da ferramenta ultrapassada de um fax (recebi um destes neste final de semana), para elogiar o governo de plantão. Lembro bem, que no final do ano passado, antes mesmo da posse do atual governo do reeleito Belivaldo, o jornalista André Barros teve uma conversa de pé de ouvido com o secretário de estado da Fazenda, Ademário Alves, sobre o agravamento da crise financeira no Estado de Sergipe. Naquele momento, antes mesmo da posse do governador, que aconteceria no dia seguinte, Ademário expunha um fato triste, porém verdadeiro, "se não aparecer dinheiro novo, não teremos (o governo) como pagar sequer a folha nos moldes que estamos fazendo agora, a partir de março".

Ainda segundo o jornalista André, em artigo publicado no sergipenoticias.com, “a oposição adorou ver a fragilidade administrativa de Belivaldo, o homem que chegou para resolver, mas que quebrou a cara. A oposição sorriu ao ver um governador totalmente entregue, sem saber o que fazer daqui para frente. Desorientado. Sem rumo. Mas isso não é motivo para sorrisos nos rostos. A incapacidade do gestor de plantão, reconhecida de público por ele próprio, da tribuna do Poder Legislativo, não é razão para felicidade. Afinal, o buraco que todos eles cavaram, juntos, ao longo dos anos, poderá se transformar na sepultura de todos os sergipanos. E disso ninguém escapa”. O jornalista, no artigo em questão, prestou total  solidariedade ao governador Belivaldo Chagas nesse momento, segundo ele, triste de sua carreira politica. E ele foi mais além, parabenizou o governador por expor a sua fraqueza, enquanto gestor público, de público”. Além de endossar o que escreveu André Barros, deixo aqui registrada a minha solidariedade ao gestor Belivaldo Chagas e vou mais além.

No discurso de abertura dos trabalhos legislativos na ultima sexta feira, o governador Belivaldo Chagas (PSD), disse na Alese o que o secretário à época já previa desde dezembro do ano passado, o tal do dinheiro novo não chegou, a antecipação de receitas dos royaltes do petróleo parece ser um pequeno alento para os aposentados, apesar de ainda não ter aparecido nenhuma instituição bancária com interesse de fazer esta operação que trará cerca de três meses de suspiro ao claudicante governo. Uma pena para nós sergipanos, o governo do bom Belivaldo não conseguiu produzir este fato novo, as economias propostas pelo governo para o enfrentamento da crise, são pífias, o governo mais parece um barco à deriva em um mar de tormentas, os decretos que aumentavam impostos aprovados pela legislatura anterior, sequer foram publicados a tempo, para que fossem cobrados em 2019. O próprio governador em seu discurso, reconhece a sua incapacidade gerencial para sair da crise. Belivaldo conclamou os demais poderes e a sociedade sergipana, para a  difícil tarefa de consertar um motor de um barco em pleno mar revolto. Se sugestão ou conselho valem para algo meu bom Belivas, vou deixar dois: o senhor é um homem de posições firmes, deixe a classe dos lagartixas de lado, forme uma comissão especial com técnicos do Sebrae, IFS, UFS e dos três poderes constituídos e fixe prazo para que seja feito um estudo real da atual situação financeira do estado e que esta comissão apresente sugestões para que Sergipe atravesse a crise. O segundo meu amigo bom Belivas, é que você quebre as amarras eleitorais e solicite com urgência uma audiência formal com o presidente Jair Bolsonaro (PSL), nas mãos dele estão as chaves do cofre, que podem ajudar o pequenino Sergipe, vencer a crise.

EXAGEROS

O ex-governador Jackson Barreto (MDB), que perdeu a eleição para o Senado, continua dando pitacos na política. Neste final de semana, JB disse a um importante aliado que o Partido dos Trabalhadores tem espaço demais no governo. Jackson considera que tanto espaço assim são exageros do governador Belivaldo Chagas (PSD).

DE LADO

O senador Alessandro Vieira (PPS) divulgou uma nota na tarde deste domingo (17) onde faz uma análise sobre os problemas que foram criados com o fechamento dos matadouros. Na nota, o senador diz que “a solução não é simples e também não será imediata. Mas não existe outro caminho. É hora de deixar os interesses individuais de lado e construir alternativas que garantam a continuidade da produção de carne no Estado de Sergipe”, afirmou o senador na nota.

PREFEITO

Quem também anda de olho na cadeira do prefeito Edvaldo Nogueira é o deputado estadual Garibalde Mendonça (MDB). Garibas como é carinhosamente chamado nos meios políticos, disse recentemente que  está muito cedo para tratar do assunto mas, disse que está retomando os encontros com as bases da capital, e ouvindo opiniões sobre o quadro político atual, para traçar com o seu grupo os encaminhamentos do pleito seguinte, não apenas em Aracaju, como no interior do Estado.  “O perfil do eleitorado tem mudado a cada eleição, e isso precisa ser bem visto pelos pretendentes”, concluiu Mendonça.

DESPREPARADO E DESESPERADO

O secretário Geral de Governo, José Carlos Felizola, respondeu às críticas que Valadares Filho fez ao governador Belivaldo Chagas. Também pelo Twitter, Felizola afirmou que o ex-deputado fez ataques gratuitos. “Demonstrou duas coisas: sem ter o que fazer da vida, anda amargurado e choroso; e despreparado e desesperado para aparecer na mídia, produz críticas mas não consegue apontar soluções”, twittou o secretário.

MUDAR OS RUMOS

O presidente Jair Bolsonoro disse no Twitter, que o governo está determinado a mudar os rumos do país.  “Assumimos um Brasil ainda em crise em todos os sentidos. Sabemos a dificuldade que é tentar consertar tudo isso. O sistema não desistirá, mas estamos determinados a mudar os rumos do país e fazer diferente dos anteriores, já que são eles os responsáveis pelo que estamos passando”, escreveu. Bolsonaro listou as ações de início de governo. “Estamos fiscalizando recursos, diminuindo gastos, propondo endurecimento penal, Previdência. Tudo isso em pouquíssimo tempo”.  O presidente acrescentou que os objetivos são “claros”. “Resgatar nossa segurança, fazer a economia crescer novamente e servir a quem realmente manda no país: a população brasileira”.

UDN

Com o PSL em crise e sob suspeita de desviar verba pública por meio de candidaturas "laranjas" nas eleições de 2018, os filhos do presidente Jair Bolsonaro (PSL) negociam migrar para um novo partido, que está em fase final de criação. Trata-se da reedição da antiga UDN (União Democrática Nacional). Segundo três fontes ouvidas pela reportagem em caráter reservado, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) se reuniu na semana passada em Brasília com dirigentes da sigla para tratar do assunto. Ele tem urgência em levar adiante o projeto. Eleito com 1,8 milhão de votos, Eduardo teria o apoio de seu irmão, o vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ). Com esse movimento, a família Bolsonaro buscaria preservar seu capital eleitoral diante do desgaste do partido.

 

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