05/05/2019 as 21:55

O velho, pobre, nanico e arregaçado futebol sergipano

Começou no final de semana passado, a 60ª edição do Campeonato Brasileiro de Futebol, o torneio futebolístico mais importante do calendário 2019 da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

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Por Ewerton Júnior
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Desde o último sábado (27) até o dia 08 de dezembro, data da última rodada da série A, os olhos e as atenções dos fãs do esporte e daqueles que trabalham com ele, estarão voltados para a competição nacional. Entretanto, não é só de Brasileirão que o futebol das terras tupiniquins vive. Copa do Brasil, Libertadores da América, Copa Sul-americana além outros torneios regionais, como a Copa do Nordeste, e os estaduais também movimentam os gramados brasileiros. Enquanto os principais clubes brasileiros (a maioria deles situados na região sul e sudeste do país) gladiam por um lugar na história como campeões dos grandes torneios, com suas agendas e calendários sempre lotados com vários compromissos, a realidade da maioria esmagadora dos clubes de futebol brasileiros é extremamente a oposta. Além de lidar com baixos orçamentos provenientes das equipes, má gestão dos seus próprios dirigentes e cartolas, falta de apoio e patrocínio entre outras questões, os pequeninos times de futebol do país contam com pouquíssimo amparo daqueles órgãos que deveriam defender, promover e difundir o esporte: as federações estaduais.

Embora muitos torcedores questionem o nível técnico das equipes menores, principalmente em comparação aos grandes clubes brasileiros, é importante que as federações estaduais olhem com mais atenção e cuidado para os pequenos times do Brasil, principalmente nos estados que não fazem parte do eixo sul-sudeste e que não tem nenhum representante (ou quando tem, não figuram como equipes fortes) nas principais competições nacionais, como é o caso de Sergipe. De acordo com o Ranking Nacional de Clubes (RNC) para o ano de  2019, feito e publicado pela CBF em dezembro de 2018, apenas três clubes sergipanos figuram entre os 100 melhores do país, sendo que o melhor ranqueado é o Confiança (53ª posição). Itabaiana (87ª posição) e Sergipe (94º colocado) são os outros times que aparecem na primeira centena. O Frei Paulistano, equipe que venceu o Campeonato Sergipano de 2019 sequer aparece na lista. Para ilustrar ainda mais a situação do futebol do estado, o portal Alô News fez um balanço das participações das equipes sergipanas em torneios nacionais e regionais (Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil e Copa do Nordeste) desde 2016 (ano em que começou a administração de Milton Dantas à frente da Federação Sergipana de Futebol)  até 2019, mostrando o seu desempenho.

2016

Campeonato Brasileiro

Em 2016 Sergipe teve três representantes no principal campeonato nacional.  Na série C, o Confiança (que no estadual ficou em terceiro) terminou a competição em 7º colocado do grupo A, com 22 pontos conquistados, apenas 2 a mais do que América de Natal - RN, rebaixado para a Série D. A média de público nos jogos do Time Proletário realizados no Batistão, segundo o portal Sr. Goool foi de 3.178 pagantes (o 9º colocado entre os clubes da competição). Na Série D, Sergipe e Itabaiana, campeão e vice-campeão sergipano em 2016, respectivamente, representaram o estado.  O Itabaiana, que estava no grupo A8, chegou até as quartas de final do campeonato, sendo eliminado pelo São Bento (SP). Caso vencesse a equipe paulista, o time sergipano se classificaria diretamente para a Série C. Já o Sergipe, que estava no Grupo A9, ficou em último na fase de grupos (1ª fase), empatando todas as partidas que disputou e conquistando apenas 4 pontos. De acordo com os dados do portal Sr. Goool, o Itabaiana teve a 10ª melhor média de público pagante nos jogos em que foi mandante, com  2.460.  Já o Gipão fechou sua participação no campeonato com a 12ª melhor média, com 2.280 pagantes.

Copa do Brasil

Já na edição de 2016 do “torneio mais democrático do país”, a Copa do Brasil, Confiança e Estanciano (campeão e vice-campeão estadual em 2015, respectivamente) foram os representantes sergipanos na competição. Ambos clubes caíram na primeira fase. O Confiança jogou contra o Flamengo e fez o que ninguém esperava. Bateu o time carioca de Guerrero, e Muricy Ramalho no Batistão por 1x0, jogando com 10 homens desde os oito minutos do primeiro tempo. Levou a disputa para uma segunda partida, mas foi derrotado no Maracanã por 3x0. O Estanciano, que jogou contra o Paraná, empatou o primeiro jogo em 1x1 mas também perdeu a segunda partida por 3x0.

Copa do Nordeste

O torneio regional nordestino também contou com Confiança e Estanciano como representantes sergipanos. Ambas as equipes, assim como na Copa do Brasil, foram eliminados na primeira fase. O Estanciano somou apenas cinco pontos, ficando na última posição do grupo B. Já o Confiança, que estava no grupo C, com Bahia e Santa Cruz, somou quatro pontos, ficando na terceira posição. A média de público pagante do time proletário como mandante na Lampions League, segundo o portal Sr. Goool, foi de 3.701 por jogo. A 9ª melhor média. No ranking de público, o Estanciano teve a penúltima média jogando como mandante entre as 20 equipes que disputaram o torneio, com 707 torcedores por partida.

2017

Campeonato Brasileiro

Com uma campanha superior à do ano anterior, o Confiança (que venceu o estadual do ano) ficou em 4º colocado no grupo A e se classificou para as quartas de final. Nas eliminatórias, o time sergipano perdeu para o São Bento - SP (que em 2016 eliminou o Itabaiana nas quartas de final da Série D).  Se vencesse o time paulista, o time do Bairro Industrial se classificaria diretamente para a segunda divisão do Campeonato Brasileiro. A média de público como mandante do Confiança na edição de 2017 da série C foi a 6ª maior do campeonato, segundo o portal Sr. Goool. Foram 5.351 pagantes por jogo. Na série D, Sergipe e Itabaiana foram, novamente, os representantes do estado na competição. Desta vez, nenhum dos dois times do estado fizeram boa campanha e sequer passaram da fase de grupos. O time de Aracaju marcou seis pontos em seis jogos, ficando em 3º lugar no seu grupo por ter saldo de gols melhor que o Murici (AL), último colocado da chave. O Itabaiana (então vice-campeão estadual) ficou na 4ª posição de seu grupo, tendo sido punido pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) com a perda de três pontos por escalar um jogador irregular. Com isso, ficou com 5 pontos.  A média de público pagante como mandante do Sergipe na Série D, segundo o portal Sr. Goool, foi de 660 por partida. Já o Itabaiana teve apenas 343 pagantes por jogo durante o torneio.

Copa do Brasil

Sergipe e Itabaiana (campeão e vice-campeão estadual em 2016) foram os representantes sergipanos no torneio. Ambas as equipes foram eliminadas na primeira fase da competição. O Colorado perdeu em casa por 2x0 para o Bahia. Já o Itabaiana foi derrotado por 4x2 pelo Goiás.

Copa do Nordeste

Sergipe e Itabaiana também representaram Sergipe na Lampions League. Liderando o grupo D, com 11 pontos, o Itabaiana avançou para as quartas de final, mas perdeu para o Santa Cruz nos dois jogos do confronto. O Sergipe também se classificou para o “playoffs” da competição, ficando em segundo lugar no seu grupo E. Nas quartas de final caiu para o Bahia.  O atacante Hiago, do Colorado, dividiu a vice-artilharia da competição, com 5 gols. A média de público pagante como mandante do Sergipe foi de 5.369 por jogo. Já o Itabaiana teve média de 2.123 pagantes nas quatro partidas em que tinha o mando de campo.

2018

Campeonato Brasileiro

O Confiança foi o representante sergipano na Série C da temporada 2018. O time Proletário, que estava no Grupo A, marcou 23 pontos, acabando a competição na 5ª posição e com apenas três pontos a menos do Botafogo-PB, 4º colocado e classificado para as quartas de final. A média de público do Confiança na competição, segundo o portal Sr. Goool, foi a 7ª maior do campeonato, com 4.229 pagantes por partida. Na série D, o campeão e vice-campeão do Campeonato Sergipano, Itabaiana e Sergipe respectivamente, foram os times sergipanos no torneio. As duas equipes fizeram boas campanhas. O Colorado se classificou para a segunda fase liderando com 13 pontos, o grupo A7 mas foi eliminado pelo Brasiliense. O Itabaiana ficou em 2º lugar no grupo A9, somando 10 pontos. Assim como o Sergipe, também caiu na segunda fase do torneio, eliminado pelo Campinense-SP nos pênaltis. De acordo com o portal Sr. Goool, o itabaiana teve a 3ª maior média público do campeonato, com 3.916 pagantes por partida como mandante. Já o Sergipe ocupou a 6ª posição do ranking, com 3.367 pagantes em cada jogo. 

Copa do Brasil

Confiança e Itabaiana foram os times sergipanos na Copa do Brasil de 2018 e como nas edições anteriores, foram eliminados logo na primeira fase do torneio. O Confiança perdeu para o Ferroviário-CE por 2x1 e o Itabaiana caiu para o Joinville pelo placar simples.

Copa do Nordeste

Confiança e Itabaiana também levaram a bandeira de Sergipe para a Copa do Nordeste em 2018. O Itabaiana não conseguiu sair da fase preliminar, sendo eliminado pelo Náutico-PE.  Já o Confiança, que por ter sido campeão estadual em 2017, foi direto para a fase de grupos, ficou em 3º na chave com apenas 5 pontos, dando adeus a Lampions League já na primeira fase.

2019

Campeonato Brasileiro

 A rodada da Série C também começou neste domingo (28) e o Confiança (que terminou o estadual em 3º lugar) estreou com derrota em casa. Os proletários perderam por 2x0 para o Sampaio Correia-MA. Já na Série D, o Sergipe ganhou para o Coruripe por quatro a zero e Itabaiana aguardam o início do campeonato. O Itabaiana, por sua vez, receberá o Aparecidense-GO no dia 05 de maio.

Copa do Brasil

O Sergipe e Itabaiana representaram o estado na Copa do Brasil mas perderam logo na primeira fase.O Sergipe caiu para o Goiás e o Itabaiana sofreu uma goleada do Paraná Clube.

Copa do Nordeste

Na Lampions League de 2019 Confiança e Sergipe representaram o estado na luta pela Orelhuda Nordestina. O Confiança teve dificuldades nas preliminares do torneio, mas passou pelo América-RN e foi para a fase de grupos, onde teve uma campanha pífia, tendo conquistado apenas 8 pontos em oito partidas e amargando a última posição do grupo B. O Sergipe, que já estava classificado diretamente para a fase de grupos da competição também fez feio no torneio regional, tendo somado apenas 3 pontos em oito jogos. O Colorado só não estava na última posição de sua chave porque o Altos-PI conseguiu fazer uma campanha ainda pior, marcando apenas 2 pontos.

Nenhuma expressão nacional

Entre 2016 e 2019, as melhores campanhas de equipes sergipanas no Campeonato Brasileiro (Série C e D) e na Copa do Nordeste terminaram sempre nas quartas de finais. Já na Copa do Brasil, apenas o Confiança, em 2017, conseguiu um feito de destaque, que foi vencer o Flamengo pelo placar simples na primeira partida, mas no jogo de volta perdeu por 3x0. Em nenhuma das edições entre 2016 e 2019 as equipes sergipanas conseguiram passar da primeira fase.

O que resta é o estadual

 Com eliminações precoces em praticamente todos os campeonatos nacionais e regionais que disputam, as atenções dos times sergipanos geralmente se volta para o campeonato estadual, seja disputando o torneio, seja se preparando para a edição da temporada seguinte. Embora exista a limitação técnica, alguns fatores podem ser elencados para justificar o fraco desempenho das equipes de Sergipe em todas as competições. Como já citado no início desta matéria, a má gestão dos clubes por parte dos cartolas e a troca constante de treinadores (péssima característica do futebol brasileiro) prejudicam diretamente os resultados dentro de campo. Fora dele, a falta patrocínio causa arrocho financeiro nos times, que tem que operar verdadeiros milagres para manter suas operações.

O problema é $$$$$$

A formação e manutenção de um bom elenco passa diretamente pela questão financeira  das equipes e aí entramos em um ciclo vicioso. Os times não fazem boas campanhas nas competições, o que não atrai patrocínios e nem torcedores para os estádios. Sem dinheiro para novas contratações, as equipes voltam a ter fracas atuações nos torneios seguintes. Mas como mudar essa realidade? Programas de Sócio Torcedor podem ser uma das saídas para conseguir atrair mais verbas para os cofres. Novos planos de marketing também figuram como opção mas a melhor forma de arrecadação dos times é a torcida no estádio. A venda de ingressos para os confrontos representa uma receita real para as equipes, mas parece faltar interesse de focar nesse quesito. No período analisado pelo portal Alô News a melhor média de público pagante de um time sergipano foi de 5.369 por jogo, marca conquistada pelo Sergipe na Copa do Nordeste de 2017. Entretanto, na Série D do Campeonato Brasileiro do mesmo ano a média de público do Colorado foi de míseros 660 pagantes por partida. Já o Itabaiana, que também disputou o torneio naquele ano, teve média de apenas 343 pagantes por jogo.

A falta de público nos jogos de times sergipanos não é exclusividade dos campeonatos nacionais e regionais. Durante todo Campeonato Sergipano 2019 a mídia esportiva repercutia a baixa média de torcedores nos estádios. No segundo jogo da final entre Frei Paulistano e Itabaiana o público total foi de 2.405. Apenas R$ 33.720 foram arrecadados. O baixo número de torcedores nos estádios de Sergipe não pode ser atribuído, entretanto, apenas aos times de futebol. Se pelo menos na parte administrativa a Federação Sergipana de Futebol (FSF) não tem poder no que tange o Brasileirão, Copa do Brasil e Copa do Nordeste, muito pode e deve ser feito pelo campeonato estadual. Uma final de campeonato onde menos de 2,5 mil pessoas estiveram presentes é um fato que chama a atenção. Uma melhor administração financeira dos recursos da Federação poderia ser um ponto de mudança na realidade do futebol do estado. Em 2017, segundo ano de Milton Dantas à frente da FSF, a organização teve como receita líquida de quase R$4,1 milhões, de acordo com o Demonstrativo de Déficit/superávit obtido com exclusividade pelo portal Alô News.  No entanto, o mesmo documento acusa gastos operacionais superiores a R$ 3,8 milhões de reais. Com a soma de outras receitas arrecadadas, a FSF fechou 2017 com um superávit de quase R$ 244,5 mil reais. Quando somados os superávits de 2016 e 2017, o saldo financeiro da Federação, no último dia de 2017, era de R$ 526.878,85.

Onde investir?

Mesmo mantendo uma administração até 2017 (ano do documento que temos em posse), sem deixar os cofres no vermelho, a FSF parece não ter interesse em investir em opções e programas que atraiam o torcedor sergipano para o estádio. Os números de média de público pagante do Confiança em 2018 na Série C não foram maiores do que na temporada anterior. Na Quarta Divisão do Brasileirão, Sergipe e Itabaiana viram suas arquibancadas em 2018, consideravelmente mais cheias do que no anterior, embora há de se concordar que obter resultados piores do que os de 2017 seria bastante complicado. Não podendo intervir na organização das competições nacionais e regionais, a FSF poderia se reunir com os clubes do estado para buscar formas de atrair cada vez mais o torcedor para o estádio. Além de ser motivante para o atleta em campo, quanto mais torcedor pagando ingresso, mais os clubes (e a própria FSF) arrecadam. Com mais dinheiro em caixa, novas contratações podem chegar e investimentos podem ser feitos, melhorando o nível técnico das equipes. Em relação ao campeonato estadual, realizar estudos, buscar novas parcerias, negociar direitos de transmissão, promover ações e promoções, além de investir em publicidade são opções que devem trazer resultados positivos. Uma administração de recursos mais consciente, que invista o dinheiro arrecadado de forma inteligente, voltada para a melhora do nível do futebol sergipano pode ser o fator de mudança. A questão que fica é: É de interesse da atual administração da FSF promover mudanças para melhorar o nosso futebol? Acho que não, com a palavra a Federação.

BRONCA DE TORCEDOR

Será que Hyago França e Ernando  Rodrigues ainda não perceberam que o momento passou? Contas de 2017 e 2018 questionados por conselheiros na justiça por falta de transparência ! Não aceitam ajuda de ninguém, só mimimi... não prestam contas de nada, os sócios estão a ver navios pela falta de transparência!  Hyago, seja um azulino de verdade e entregue o bastão, sua pífia administração é contestada desde o início e isso não é bom, pois bem, já seu amigo irmão e diretor de futebol e lá se sabe o que mais, Ernando Rodrigues, aquele que deu uma declaração na TV desastrosa dizendo que merecia uma estátua, larguem o ADC para quem querem administrar profissionalmente e sem Orgulho! O ADC não é Carmópolis Hyago, tenha coragem, apareça e renuncie, seja maturo uma vez na vida ! Você é tão franzino que só sabe aparecer em vitórias e sequer tem coragem de receber a torcida, vide os inúmeros protestos das principais torcidas do clube. A hora é agora, entregue para quem realmente quer ajudar o ADC, sua cota, já extrapolou faz tempo!

Por Kacalo

PARCELAMENTO

Se depender do Ministério Público Federal (MPF) o ex-governador, Jackson Barreto, não terá direito ao parcelamento de sua dívida de quase R$ 700 mil junto à Justiça Eleitoral. JB foi condenado a devolver este valor por ter suas contas reprovadas em 2014, quando não conseguiu comprovar fonte de recursos arrecadados na campanha. O  juiz Joaby Gomes Ferreira autorizou parcelar o valor em 41 anos. Não vendo a decisão como razoável, Eunice Dantas já recorreu.

CARA DE PAU

Em referência à notícia publicada pelo site Sou de Sergipe com o título principal “Deputado federal paga quase 30 mil para empresa de consultoria com 26 dias de aberta”, a assessoria de Imprensa do deputado federal Valdevan Noventa (PSC-SE) veio a publico informar que o parlamentar segue rigorosamente o Ato da Mesa Nº 43, de 21 de maio de 2009, que institui a Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar. Segundo a assessoria a Coordenação de Gestão de Cota Parlamentar (Cogep), orgão responsável pela gestão da cota,afirma que é permitido à contratação, para fins de apoio ao exercício do mandato parlamentar, de consultorias e trabalhos técnicos e permitidas pesquisas socioeconômicas. Com vinte e seis dias de aberta é taca.

EQUÌVOCO?

Há exatamente oito dias, todos os veículos de comunicação do estado, vêm divulgando que uma lei, encaminhada pelo Governador BELIVALDO e devidamente aprovada pela Assembleia Legislativa, não será colocada em execução, porque o governo deixou de obedecer ao rito estabelecido no regimento. Essa famigerada lei, reconhece que o GOVERNO se equivocou, quando deixou de observar norma legislativa constitucional e PREJUDICOU FINANCEIRAMENTE aproximadamente quatro mil PMs veteranos e pensionistas. Interessante é que BELIVALDO, antes, candidato a reeleição, reconheceu publicamente o equívoco  de sua equipe e, sem perder tempo, pois a campanha para sua reeleição estava em pleno andamento e, pesquisas apontavam que ele sequer iria para o segundo turno, divulgou  na mídia que tudo estava solucionado e o ERRO SEU, seria desfeito. Porém, que só poderia cumprir o teor da lei, no mês de maio 2019.

INCOERENCIA

O deputado estadual Georgeo Passos ublicou no seu Instagram, que o  Ministério Público de Sergipe quer criar 25 novos CCs em sua estrutura. O gasto com estes CCs podem chegar a mais de R$ 1 milhão/ano. Por outro lado, no mesmo PL, quer acabar com 53 cargos de provimento efetivo que estão vagos, assim sendo, reduzirá o número de vagas de seu próximo concurso. “Que exemplo do MP que tanto cobra dos gestores a realização de concurso público! Incoerência???”

PT

Em entrevista ao Correio de Sergipe, neste final de semana, o senador Rogério Carvalho não deixa dúvida: “em 2018, só o PSD foi leal ao PT”. Ou seja, Rogério descarta nova aliança com o PCdoB, do prefeito Edvaldo Nogueira, e com o MDB, do ex-governador Jackson Barreto. Rogério fala das eleições de 2020 em Aracaju. No PT, cresce a tendência que o partido tenha candidato próprio a prefeito de Aracaju e tente obter o apoio do PSB, dos Valadares. Mesmo assim, o partido já sabe que o deputado estadual Francisco Gualberto já decidiu apoiar a reeleição de Edvaldo. Embora elogie a “lealdade” do PSD, Rogério e o PT sabem que o partido do governador Belivaldo Chagas e do deputado federal Fábio Mitidieri não deixará Edvaldo.

 

 




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