24/03/2020 as 05:31

A imagem de bom gestor parece ser produto de marketing em São Cristóvão

O prefeito Marcos Santana começa a enfrentar problemas por causa dos privilegiados na sua administração

Política Online

Política
Por Ewerton Júnior
<?php echo $paginatitulo ?>

A administração municipal de São Cristóvão possui peculiaridades dignas de chamar a atenção de "curiosos" em gestão pública, são tantas e tão inimagináveis que o atual gestor Marcos Santana, precisou contratar duas empresas especialistas em marketing e magica para tentar mascarar algumas travessuras cometidas pela atual gestão. A Pau Viola, empresa baiana, que conseguiu vencer o certame licitatório na produção de eventos na 4 cidade mais antiga do Brasil, conseguiu uma proeza em termos de licitação, "matou recursos" interpostos por uma empresa sergipana em menos de vinte e quatro horas o que contraria a lei de licitação, inclusive fazendo cotação de itens fora do edital, uma magica produzida pela imagem de bom gestor. E não para por aí, o contrato com uma empresa de contabilidade, de maneira fracionado num menor valor, a fim de não ser preciso se submeter a uma licitação, caso fosse feito um único contrato de maior valor e desta forma, correr o risco dessa empresa perder o certame e uma outra empresa, não bem vista aos olhos do administração municipal sagrar-se vitoriosa. São vários contratos mensais de RS 3.050,00 com vigência de 12 meses, sendo sempre renovado. O detalhe é que a primeira vista, o valor dos contratos de 2018 foram mais baratos que o valor dos contratos de 2017, porém existe um detalhe da inclusão de um valor de uma taxa de honorarios nesses mais baratos, os de 2018, para um tipo de visitação que no final, os deixaram mais caros que o de 2017.
 
Outro ponto é um contrato que foi firmado para o fornecimento de alimentos com uma distribuidora do Bairro Dezoito do Forte em Aracaju, quando na verdade, o contrato por ser emergencial, a então secretária interina, já que não poderia beneficiar ninguém, deveria tê-lo firmado com uma empresa do município, a fim de prestigiar os comerciantes locais e o dinheiro poder circular dentro do próprio municipio, ou seja, a tal roda da economia. Outra curiosidade são as locações de imóveis para beneficar aliados, a exemplo o contrato com um ex deputado no valor de RS 3 mil reais mensais sempre com prazo de duração de 12 meses, sendo renovado ao final do mesmo. Como também, 05 contratos de locação com uma moradora do Edificio Les Alpes, zona nobre de Aracaju. Não vou falar da operação "Marcha Ré", do Lula Livre com dinheiro público, destas ainda não recebi a informação precisa, mas tem muito mais, a tal da Osipe da Saúde criou um rombo grande na saúde financeira do municipio, está tão escrachado que até o chamamento público da Saúde patrocinado pela prefeitura feriu o principio básico da classificação. As irregularidades são muitas, ontem mesmo recebi com farta documentação varias denuncias que devem ser formalizadas a qualquer momento, assim cai por terra a imagem de grande gestor construída por uma excelente equipe de marketing e magicos trazidos a toque de caixa e repique de sino do estado que chamamos Bahia, será que é só imaginação, alegria, alegria, ah para constar a secretaria de Saúde e de governo da Velha Cap são filhas do prefeito e ordenadoras de despesa, com estas denuncias, cai por terra a imagem de grande gestor.
 

FECHADAS

O prefeito Edvaldo Nogueira reuniu o Comitê de Operação de Emergência (COE),  para discutir novas medidas de enfrentamento ao coronavírus em Aracaju. As novas determinações se somam as já estabelecidas anteriormente, e têm como foco restringir, ainda mais, a circulação de pessoas na cidade, para conter o avanço do vírus. Entre elas, a suspensão, por 15 dias, das feiras livres; o fechamento do Parque da Sementeira; a suspensão do uso do passe escolar; o início do monitoramento da chegada de passageiros no aeroporto de Aracaju e o estabelecimento de três unidades básicas de saúde exclusivas para atendimento de síndromes gripais, com atendimento entre 7h e 20h.

ABERTAS

O governador do Estado, Belivaldo Chagas, tranquilizou a população e garantiu que o Estado está seguindo todos os protocolos estabelecidos para combater o avanço da Covid-19. O governador determinou a Secretaria de Estado da Saúde a abertura de 307 leitos extras de enfermaria e 72 leitos de UTIs, que ficarão à disposição dos sergipanos caso as contaminações pelo vírus aumentem.  “O nosso planejamento é que tenhamos, nos próximos 15 dias, a garantia de novos leitos de enfermaria para que estejam à disposição da população só para tratar as pessoas com o coronavírus, quando necessário for a presença dessas pessoas nas unidades hospitalares”, disse Belivaldo Chagas.

ATENDIDOS

O governo federal atendeu alguns dos pleitos da Confederação Nacional de Municípios (CNM) para ações emergenciais de enfrentamento ao coronavírus. O presidente da Federação dos Municípios do Estado de Sergipe (FAMES), Christiano Cavalcante, participou da reunião de conselheiros nacionais da entidade para expor a situação preocupante das prefeituras sergipanas, levando como pauta reivindicações dos gestores municipais.
Fruto dessa mobilização da CNM e federações estaduais, foi anunciado um pacote de auxílio aos Estados e Municípios que soma R$ 85,8 bilhões – entre as medidas está a recomposição dos Fundos de Participação (FPM e FPE), uma das 17 reivindicações da entidade municipalista, apresentadas em 18 de março.

SINTRASE

Diante do cenário atual, isolamento social/quarentena em função da “Pandemia do Coronavírus (Covid-2019)” e levando em conta todas as limitações financeiras anteriormente enfrentadas pelos Servidores Públicos Estaduais, Servidores Públicos Municipais e Empregados das Empresas Públicas, o Sintrase irá protocolar hoje um novo ofício para o governador do Estado. Tendo em vista que os servidores recebem suas remunerações através do BANESE (Banco do Estado de Sergipe) e o Estado é o seu maior acionista, o Sindicato solicitará através de ofício que o Governo viabilize junto a instituição um pacote de medidas que vise assegurar o Direito Constitucional a alimentação destes trabalhadores e dos seus dependentes/alimentados durante o período de crise. É importante ressaltar que outros bancos já tomaram medidas parecidas durante o período. Diego Araújo, presidente do Sintrase, explica que inúmeros trabalhadores compõe a sua renda através da venda autônoma de serviços e produtos, ou tem como complemento a renda dos seus companheiros ou filhos, e estes o faz através da mesma modalidade, setor da economia extremamente prejudicado durante esse período.

COM BOLSONARO

O governador Belivaldo Chagas (PSD) informou que em vídeoconferência com ele “e os demais governadores do Nordeste”  o presidente da República, Jair Bolsonaro informou sobre o plano do Governo Federal para fortalecer estados e municípios neste momento com R$ 85,8 bilhões. Segundo Belivaldo Cahagas, com isso o Governo Federal está “resolvendo essa questão de condições para que os Estados possam buscar recursos, e essa ação integrada entre os governos dos Estados e o Governo Federal vai fazer com que a população brasileira sinta-se mais tranquila”. Belivaldo agradeceu  pelas medidas adotada e disse que “vamos juntos fazer com que a gente siga em frente e, automaticamente, vença esse momento tão difícil.

REVOGADO

O presidente Jair Bolsonaro informou através das redes sociais que revogou o art.18 da MP 927, que permitia a suspensão do contrato de trabalho por até 4 meses sem salário. O Artigo 18 previa que, durante o estado de calamidade pública, o contrato de trabalho poderia ser suspenso por até quatro meses, para participação do empregado em curso de qualificação profissional não presencial, oferecido pela empresa ou por outra instituição. Essa suspensão poderia ser acordada individualmente com o empregado e não depende de acordo ou convenção coletiva. A MP 927 traz outras medidas trabalhistas para enfrentamento do estado de calamidade pública no país e da emergência em saúde pública decorrente da pandemia da covid-19. A MP já entrou em vigor neste domingo, 22, ao ser publicada em edição extra do Diário Oficial da União, e tem validade de 120 dias para tramitação no Congresso Nacional. Caso não seja aprovada, perde a validade.




Tópicos Recentes