19/09/2019 as 07:43

A operação tapa buracos da lua de Belivas Armstrong

O governador sergipano promove uma operação com base no Sonrisal de asfalto.

Política Online

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Por Ewerton Júnior
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O governador Belivaldo Chagas (PSD), parece mesmo que chegou chegando, mas chegou para atrapalhar ainda mais a vida dos sergipanos, pelo menos é o que parece com a operação tapa buracos conduzida pelo DER sob a supervisão direta do governador, como ele mesmo demonstrou ao ligar para o diretor geral do órgão (veja vídeo); Na sua recente visita ao município de Tobias Barreto. 

 

Recentemente recebi um zap do de um amigo apelidando o nosso governador de Belivas Armstrong, até porque parece que o nosso governador é o primeiro astronauta a pisar na superfície lunar do nosso estado. Em recente entrevista concedida ao jornalista André Barros da Nova Brasil FM, o governador Belivas Armstrong demonstrou irritação quando questionado sobre o péssimo estado das estradas sergipanas, Belivaldo disse que não podia fazer milagres e que não tinha quatrocentos reais para começar uma operação de recapeamento asfáltico nas estradas estaduais, imagine o montante de quatrocentos e cinqüenta milhões para o inicio da obra da forma como deveria ser feita, disse o governador na entrevista. O que falta ao governo do estado é planejamento, quando tentou conseguir o FINISA ainda na sua administração, o ex governador Jackson Barreto disse que o financiamento serviria para a reconstrução das estradas sergipanas. Na época o ex governador esperava assinar o financiamento ainda no mês de janeiro daquele ano, e afirmou que já tinha começado a fazer as licitações das rodovias. “ O foco do governo Jackson/Belivaldo este ano é a recuperação das estradas sergipanas, a proposta do financiamento já foi analisada e liberada pela secretaria do tesouro nacional  e pela caixa econômica, agora só falta a parte política e eu acho que o que deve prevalecer é a necessidade do povo sergipano em ter as suas estradas reconstruídas”.

Mais de 70% das rodovias de Sergipe apresentam algum tipo de deficiência (Foto: Divulgação/CNT)

Apesar de reconhecer que o seu governo não tem o dinheiro para pelo menos tapar os buracos existentes nas rodovias estaduais, Belivaldo insiste no conforto do seu gabinete. São necessários, segundo o governador, cerca de quatrocentos e cinquenta milhões para a recuperação das estradas estaduais que cortam Sergipe, dinheiro que não brota do bambu ou muito menos da terra molhada. Talvez a melhor opção do governador fosse ter colocado nas emendas impositivas do orçamento da união no ano passado, os recursos necessários para esta reconstrução, ele não o fez, por pura falta de planejamento. Agora, Belivas tenta passar a imagem de um homem preocupado com o estado das estradas sergipanas, tentando promover um tapa buracos à antiga, com peões correndo atrás de uma caçamba que joga uma borra de asfalto e as pás tentando apilar o material, uma pena. As luas de Sergipe estão em todos os lugares, na estrada de Sergipe pela Linha Verde, é a Lua de Indiaroba, na estrada que liga Lagarto a Tobias Barreto, esta é Lua dos Bordados, na estrada que liga Simão Dias a Poço Verde, esta é a do Belivas (em homenagem a terra natal do governador), saindo daquela Região tem a estrada que liga Porto da Folha a Monte Alegre, esta é a Lua dos Buraqueiros, na estrada que liga Neopolis a   BR 101 esta é a Lua do São Francisco, estes são pequenos exemplos de como anda nosso estado, que perdeu recentemente oitenta e sete milhões de reais que seriam investidos na BR 101, tudo por causa da inapetência do governo em tratar destes recursos em Brasilia, segundo o que falou o ex deputado federal André Moura. Talvez, nossa gente, tenha a oportunidade de votar de novo para governador, é só esperar, pena que aí não teremos mais a oportunidade de julgar o chegar, chegando de Belivas Armstrong, ele está inelegível conforme decisão do TRE.

 

OBRAS DA 13

Devido à obra de recuperação total da avenida Beira Mar, executada pela Prefeitura de Aracaju, nesta quinta-feira, dia 19, parte da via, no sentido Norte, ficará em meia pista, das 5h às 17h, no trecho que vai do Parque da Sementeira até Francisco Porto. No sentido contrário não haverá serviço. Para orientar os condutores e organizar o tráfego na região, agentes de trânsito da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT) estarão posicionados em pontos estratégicos da via. Com o avanço da obra, na sexta-feira, dia 20, o serviço continua a ser executado no sentido norte da Beira Mar, no trecho que vai do cruzamento da avenida Francisco Porto até Anísio Azevedo; e também no sentido sul, no trecho da Rótula do Caju até a lateral do Parque da Sementeira.

AMEAÇAS

A polícia continua investigando sigilosamente o Boletim de Ocorrência registrado na Secretaria de Segurança Pública pelo deputado estadual Rodrigo Valadares (PTB). O momento mais duro das ameaças de morte ocorreu em Aracaju, mas não tem nada a ver com políticos com base eleitoral na capital sergipana. Dois familiares – pai e filho – deram o recado, olho no olho. Os dois fazem política no interior do Estado. Foi dito que a execução poderia ser encomendada em outro Estado do Nordeste. O deputado não fala sobre o assunto.

DECISÃO

A decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nessa terça-feira, 17, em manter a cassação e a inelegibilidade por oito anos de seis vereadores eleitos em 2016 na cidade de Valença do Piauí (PI) podem impactar em Sergipe. Eles foram acusados de se beneficiar de candidaturas fictícias de mulheres que não chegaram sequer a fazer campanha eleitoral. As coligações das quais os vereadores fizeram parte nas eleições de 2016 teriam lançado candidaturas femininas fictícias para alcançar o mínimo previsto na Lei nº 9.504/1997 (Lei das Eleições) de 30% de mulheres nas duas coligações.

LARANJA

A decisão pode servir de exemplo para substanciar o Ministério Público Federal (MPF-SE) que aguarda o fim das investigações, da Superintendência da Polícia Federal em Sergipe (PF-SE)  quanto a candidatura de Marleide Cristina (MDB). A candidata recebeu quase R$ 500 mil em recursos do fundo de financiamento de campanha e obteve nas urnas menos de 200 votos. Ao final das investigações, caso conclua que assim como candidatas da coligação de vereadores do Piauí, Marleide também não passou de uma “laranja” e que sua presença foi uma forma fictícia de cumprir a legislação, a PF oferecerá denúncia ao Ministério Público Federal (MPF), que pode por sua vez pode referendar como pena a cassação de todos os eleitos da coligação “Pra Sergipe Avançar”, da qual fez parte a candidata Marleide. A coligação formada pelos partidos, PP, MDB, DC, PCdoB, PSD, PT e PHS, elegeu nove deputados estaduais: Maisa Mitidieri (PSD); Jeferson Andrade (PSD); Luciano Bispo (MDB); Zezinho Guimarães (MDB); Iran Barbosa (PT); Francisco Gualberto (PT); Garibalde Mendonça (MDB); Adailton Martins (PSD) e Goretti Reis (PSD).

 

VISITA HUMANITÁRIA

O ex-senador Antônio Carlos Valadares (PSB) visitou nesta quarta-feira, 18, o ex-prefeito de Capela, Manoel Messias Sukita, no presídio regional Senador Leite Neto, no município de Nossa Senhora da Glória. “Foi uma visita humanitária” afirmou Valadares. Uma fake news foi espalhada através das redes sociais, afirmando que Valadares havia sido barrado e, para ser liberado, teria se passado por advogado de Sukita. Ao tomar conhecimento do boato, o ex-senador afirmou que não foi barrado, pois a visita havia sido marcada pela advogada de Sukita. Quanto a se apresentar como advogado do ex-prefeito, ele também desmentiu e explicou que usou a carteira de advogado apenas para se identificar. Conversei com o ex senador ontem a noite, que me disse inclusivi ter levado dois livros para que Sukita pudesse ter a chance de ter uma informação de qualidade.

PROJETO

O governador Belivaldo Chagas encaminhou um projeto para a Assembleia Legislativa instituindo o Sistema de Avaliação da Educação Básica de Sergipe, com abrangência sobre as redes estadual e municipais de ensino. O deputado e professor Iran Barbosa (PT) já se manifestou dizendo que seria democrático e necessário ouvir aqueles que estão na escola.Iran Barbosa emendou questionando: “houve participação da comunidade escolar, dos estudantes e de seus representantes, de professores e funcionários na sua formatação? Houve diálogo com os conselheiros estaduais de educação ou com as entidades que representam o magistério com relação a esse projeto? Se não houve participação democrática, o projeto perde legitimidade e terá dificuldade de aceitação”.

 

 

 

 




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