ESPORTE

08/11/2018 as 14:45

Justiça determina penhora de taça do Mundial de 2012 do Corinthians

A medida ocorreu em uma cobrança do Instituto Santanense de Ensino Superior, com quem o clube tem uma dívida de cerca de R$ 2 milhões

Foto: (© REUTERS).<?php echo $paginatitulo ?>

Justiça de São Paulo determinou nesta quinta-feira (8) a penhora da taça do Mundial de 2012 conquistado pelo Corinthians. A medida ocorreu em uma cobrança do Instituto Santanense de Ensino Superior, com quem o clube tem uma dívida de cerca de R$ 2 milhões. A taça será penhorada e avaliada para saldar o débito.

O UOL Esporte havia noticiado na quarta-feira (7) o pedido de penhora do troféu. O Instituto Santanense havia, inicialmente, tentado penhorar a premiação do alvinegro pela classificação à final da Copa do Brasil, mas o clube antecipou o recebimento.

Oficiada para depositar o valor diretamente na conta da credora, a CBF respondeu no último dia 23 que já tinha realizado o depósito nos cofres corintianos um dia antes, em 22 de outubro. Para o Instituto Santanense, a medida configurou fraude em conluio entre Corinthians e a entidade de futebol.

A empresa argumentou que, no dia 22, antes da CBF realizar o depósito, diversos veículos de imprensa já tinham noticiado a ordem de penhora.

Além disso, apontou que, nos autos, o time alvinegro já havia dado à CBF um recibo de quitação no dia 19 de outubro, três dias antes da data na qual a entidade depositou o valor.

"É inconteste que o Executado tinha ciência do pleito formulado pelo Exequente e, assim, em conluio com a CBF buscou adiantar o recebimento do prêmio ao qual fazia jus, frustrando, assim, o cumprimento da determinação judicial de bloqueio desses valores", diz o documento acusando a fraude.

Além de exigir penhora da taça do Mundial, o Instituto Santanense pediu que o MP-SP (Ministério Público do Estado de São Paulo) seja acionado para investigar possíveis irregularidades.

Procurado, o Corinthians não se manifestou até a publicação desta matéria. 


 

 

 

 

Com informações da Folhapress.




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