EXCLUSIVA

26/05/2018 as 18:00

Exclusiva do Alô: A entrevista desta semana é com o pré-candidato a governador de Sergipe Mendonça Prado

Nesta entrevista ele discute sobre a sua retrospectiva na política e suas propostas como pré-candidato

Foto: (Acrisio Siqueira/DEM)<?php echo $paginatitulo ?>

Com a sua ascendente trajetória política José de Araújo Mendonça Sobrinho, mais conhecido como Mendonça Prado, tem uma construção formalizada em seu currículo. Brasileiro que nasceu na cidade de Itabaiana no dia 14 de outubro de 1966. Formado em advogado, graduado em Direito, com uma das especialidades em Direito Tributário e Mestrado em Direito Internacional Econômico.  

Como a sua paixão na política começou desde pequeno e sempre surgiam formas de conduzir, liderar, reunir amigos, servir o exército e ser presidente do Grêmio, isso acabou aumentando cada vez mais o seu amor pela política.

Uma vocação que vem desde berço, através de seu grande exemplo de pai, senhor Luciano Prado. Mendonça cresceu com essa originalidade e acabou ingressando na vida pública desde cedo, onde em 1988 tornou-se candidato vereador pela primeira vez na cidade de Aracaju.

Em entrevista exclusiva, Mendonça Prado trilha vários segmentos desde a sua trajetória pessoal até a sua complexidade que diverge a política durante esses últimos anos.

Alô News (A.N): Mendonça sabemos que no ano de 1988, o senhor iniciou uma carreira política, coerente e muito positiva. Conte-nos um pouco como foi essa retrospectiva em sua vida?

(M.P): Sempre falei em política e desde criança por onde passei sempre tive um desejo muito grande de participar da política. Fui reeleito três vezes. Um período deputado estadual, três vezes Deputado Federal. Nos ambientes do legislativo também fui líder de bancada, fui presidente de comissões, presidente da comissão de finanças da Câmara de Vereadores, fui presidente da comissão de segurança pública e combate ao crime organizado da câmara dos deputados. Fui vice-presidente da comissão de Constituição e Justiça. Tô mencionando esses cargos porque queira ou não, são cargos que você se posiciona como líder dos demais. Então eu acho que está dentro. É uma aptidão que a gente tem para a política. Esse é o nosso histórico para a política.

Alô News(A.N): Há uma aliança com Valadares do PSB?

(M.P): Veja, nós temos conversados com todo, com o PSB, há um choque de interesses, porque o democratas vai indicar o candidato ao governo do estado e não abre mão disso. O PSB me parece que caminha com a mesma pretensão e isso pode colocar um obstáculo nas discussões, mas entendemos que o projeto do PSB se assemelha ao nosso. A única coisa está à dificuldade no posicionamento, na formação da chapa.

Alô News(A.N): Qual a opinião com relação à chapa formada na última sexta-feira, dia 18, com o PSDB, PRB e PSC?

(M.P): Isso não é uma chapa, é uma chepa! É uma chapa reprovável né? De pessoas que demonstraram ao longo da vida pública procedimentos que eu acho que são ruins para o estado de Sergipe. O deputado André Moura, por exemplo, é quase que manchete permanente de notícias negativas. O senador Eduardo Amorim que antigamente tinha o piloto que era o Edvan Amorim, agora tem o Copiloto que é André Moura. Acho que é um avião fadado a explodir no ar e ocasionar a desgraça de toda a tripulação. Então eu acho uma chapa muito ruim para o estado de Sergipe e é por isso que nós precisamos apresentar alternativas pra Sergipe não cair na desgraça de ter governo conduzido por essas pessoas.

Alô News(A.N): Quais medidas serão tomadas para tentar reverter esse quadro quando o senhor se tornar eleito?

(M.P): Enxugamento da máquina do administrativo, redução drástica das secretarias, fusão de órgãos públicos, repactuação das dívidas, cancelamento de novos empréstimos, só se for para organização das finanças públicas. Priorizar folha de pagamento de funcionários, aposentados e pensionistas, rever todos os contratos do estado e realizar um destrato de muitos deles. Principalmente dos que elevam consideravelmente o custeio da máquina pública e a repactuação que eu já falei né? De todos os contratos pra rever as dívidas que temos. Mas o estado precisa passar por um processo de enxugamento drástico, retirada de todas as gorduras para que possamos pagar em dia os servidores e proporcionar serviço de qualidade a população.

Alô News(A.N): A gente percebe que a corrupção está totalmente ostensiva e a política em crise. Como o senhor infere-se a poder entrar na política?

(M.P): Olhe a política é uma atividade que representa o sentimento de toda a sociedade. Hoje nós temos uma atividade política marcada por atos de corrupção. É necessário, portanto que a população escolha bem os seus representantes e que nós possamos continuar estimulando e incentivando a ação dos órgãos de controle. É claro que aqui e acolá, a um erro, uma falha, um equívoco, mas nós precisamos continuar estimulando, incentivando para que essas ações sejam intensificadas para que haja um combate permanente a corrupção e punição de quem realmente cometem erros.

Alô News(A.N): Qual a sua opinião com relação a André Moura?

(M.P): A pior possível! Acho que o André Moura conduz a sua vida pública confundindo público com privado e isso não é algo de hoje das últimas notícias. Desde o princípio quando ele foi prefeito de Pirambu. Sergipe inteiro conhece, é desnecessário, é dispensável qualquer tipo de comentário. A história dele por si só já fala quem ele é.

Alô News(A.N): Existe algum tipo de reação nas suas redes sociais após a sua decisão para concorrer ao cargo de Governador do Estado de Sergipe?

(M.P): Somente positivas. Recebo o estímulo e a atenção de todos os seguidores. Evidente que nós ainda não caímos em campo, nós apenas concedemos entrevistas, falamos aqui e acolá, mas em breve nós vamos fazer movimentação com os cidadãos, reuniões nos bairros, nas organizações, nas associações, visando o fortalecimento da nossa pré-candidatura. Por enquanto só entrevistas.


 




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