POLÍTICA

28/10/2019 as 16:14

Causa impossível! Restou “São Judas Tadeu” para o Servidor público em Sergipe!

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Política
Por Habacuque Villacorte
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Dia 28 de outubro se comemora o Dia do Servidor Público, mas em Sergipe o funcionalismo não tem o que celebrar. O texto parece “repetitivo”, mas continua atual porque são sete anos sem reajustes salariais, sem sequer a reposição da inflação do período. Os servidores amargam uma dura realidade desde o governo de Jackson Barreto (MDB) e, com Belivaldo Chagas (PSD) – reeleito com o discurso de que chegou para resolver – nada mudou. A “sofrência” dos trabalhadores é a mesma.

 

O pior é que tudo aumenta. Nos supermercados, nas lojas de roupas, salões de beleza, padarias, farmácias e postos de combustíveis os preços continuam subindo, ano após ano, e os salários dos servidores vão ficando “congelados” e as perdas se acumulam. Para justificar os “governadores de plantão” sempre têm duas desculpas: quando não responsabilizam o déficit da Previdência, jogam a culpa no presidente da República do momento. Como Jair Bolsonaro (PSL) não é “bem afeito” pelo governo estadual, aí fica até mais fácil “empurrar o problema”.

 

E quando vem a público, o governador adota uma postura de que as dificuldades são enormes e que o Estado não reúne condições de reajustar em nada os salários dos servidores. Acha que está “fazendo muito” sendo transparente e direto, sendo objetivo com os trabalhadores. Mas Belivaldo não faz mais do que sua obrigação enquanto gestor público. Ele está lá para falar a verdade mesmo, doa a quem doer, mas tem que resolver! Para “empurrar o problema” qualquer um pode ser governador!

 

É muito fácil para quem governa, exigir empenho e dedicação do funcionalismo quando passa tantos anos sem apresentar uma alternativa. Até o 13º salário, um direito do trabalhador, o governo de Sergipe adotou “novas fórmulas”: os rendimentos dos trabalhadores passaram a ser pagos parceladamente. O Executivo tentou negar, mas o servidor que não optasse em “tomar o empréstimo” para antecipar o recurso, receberia no ano subsequente, em seis prestações. Isso é ou não é parcelar salários?

 

Como se já não bastasse atrasar o pagamento, já que muitos só recebem entre os dias 11 e 13 do mês posterior, agora no final de 2019 o que estava ruim, pode ficar ainda pior: o governador não tem ainda uma posição sobre o 13º do funcionalismo. Nem o “parcelamento via Banese” foi liberado. Já vamos entrar em Novembro e os servidores inconstantes, angustiados e, muitos até, temerosos. O grau de insatisfação com o governo é alto e muitas categorias ou estão ameaçando parar suas atividades ou já iniciaram uma espécie de “greve branca” nas repartições públicas.

 

Aí alguém vai dizer: “mas a população não tem nada com isso”, “o povo não pode ser penalizado”. Ledo engano: em outubro de 2018, Belivaldo Chagas foi reeleito com uma vitória “acachapante”, com mais de 700 mil votos e uma diferença superior a 300 mil votos. A maioria do eleitorado sergipano disse “sim” ao seu governo, aos seus métodos, aos atrasos e parcelamentos de salários, a incerteza sobre o 13º do funcionalismo e às deficiências do serviço público. A realidade não é nova, é tão “repetitivo” quanto esta crítica. Pobre servidor público em Sergipe! Restou-lhe “dobrar os joelhos” e pedir em oração pela intercessão de SÃO Judas Tadeu: o “advogado das causas impossíveis”... 

 

Veja essa!

Existe um forte impasse entre a Fundação Renascer e o Sindicato dos Agentes de Segurança e Medidas Socioeducativas do Estado de Sergipe (SINDASSE). Em respeito à história do diretor-presidente da Fundação, Wellington Mangueira, este colunista tomou o cuidado de “sondar” com pessoas envolvidas para entender o que estava acontecendo, de fato.

 

E essa!

Para a surpresa deste colunista o SINDASSE, que tanto denuncia a Fundação sobre algumas supostas irregularidades, está com seu CNPJ cadastrado desde fevereiro de 2012 como “inapto” porque até hoje não apresentou as declarações obrigatórias. Desde já não se pode negar que suas críticas perdem credibilidade...

 

Telhado de vidro

É aquela coisa: o Sindicato “joga pedras” na Fundação, mas tem o seu “telhado de vidro”; sem contar que conta com membros que respondem a processos de ordem criminal (assédio de menor e tortura). Uma “fonte” diz que as críticas se devem pelo corte de “excessivas horas-extras” que eram tiradas pelos agentes de segurança efetivos e que chegavam a ganhar mais em horas-extras que o salário-base...  

 

Interesse político

Outra “fonte”, agora entre os agentes de segurança revelou que a maioria da categoria não comunga com a postura do Sindicato e denuncia que existe um interesse político por trás do SINDASSE: “o presidente tem um projeto de ser candidato a vereador. Ele já tem um irmão que é vereador no interior”, revelou.

 

Não procede

Já alguns funcionários das empresas terceirizadas explicam que existem problemas, mas não com todas as contratadas, diferente do que tem denunciado o Sindicato. “Os atrasos que ocorreram em algumas empresas, na maioria dos casos, foi por conta do não pagamento das faturas pelo Governo do Estado, que não tem respeitado essa relação com os fornecedores”, explica. A coluna segue aberta para mais esclarecimentos das partes envolvidas...

 

Bomba!

Lembram que este colunista já havia alertado sobre a presença do “FANTÁSTICO” da REDE GLOBO em Sergipe? Em uma investigação relacionada ao mau uso de programas sociais, até onde se tem conhecimento, quatro municípios sergipanos estarão expostos em rede nacional e, a depender, recebendo a “visita” dos agentes da Polícia Federal. Tem cidade do Sul do Estado, tem cidade da Grande Aracaju...

 

Exclusiva!

Sem mandato eletivo, o ex-senador Eduardo Amorim passou a dedicar-se mais à Medicina. Este colunista foi informado por uma fonte de Brasília (DF) que existe uma “articulação” em andamento para lhe destituir da presidência do Diretório Estadual do PSDB. Tudo vem sendo mantido em sigilo absoluto e passa pela “acomodação” de vereadores de Aracaju. Abra do olho, Eduardo!

 

Santana do São Francisco I

Um dos assuntos que repercutiu nas rodas políticas e entre setores da imprensa foi a decisão do Poder Judiciário que, em caráter liminar, suspendeu o julgamento da prestação de contas da Prefeitura de Santana do São Francisco, ainda na gestão do ex-prefeito Ricardo Roriz, de 2012, que segundo se comenta, não apresentou seu relatório dentro do tempo hábil.

 

Santana do São Francisco II

Em entrevista ao portal Infonet, semana passada, o conselheiro Luiz Augusto Ribeiro avaliou como “um absurdo” e algo inédito “na história do TCE/SE”. O pleno do Tribunal se viu obrigado a suspender a análise até que se tenha outra decisão do Judiciário. Manda quem pode, obedece...

 

Sem definição

Ainda sem definição do nome que representará o grupo, a defensora pública e vereadora Emília Corrêa (Patriota) segue, focada no fortalecimento e crescimento do grupo que tem entre os membros Dr. Emerson Ferreira (Cidadania) e Milton Andrade (NOVO).

 

Falando nela

Ainda sobre a vereadora Emília Corrêa, ela promoveu na manhã dessa segunda-feira (28), na Câmara Municipal, o “Dia da Reforma Protestante”. O evento contou com a presença de pastores evangélicos, parlamentares e sociedade. Para Emília Corrêa, a sociedade carece dos ensinamentos de Martinho Lutero para que, de fato, possamos promover mudanças.

 

Emília Corrêa

“A Reforma, como foi dita aqui, precisa ser feita o mais rápido possível. Martinho Lutero foi inspirado pelo Espírito Santo de Deus. Chega de tanta corrupção em todos os meios. Se estivesse vivo, Lutero estaria lutando para combater as fake news e buscando a verdade a qualquer preço. Por isso, é importante que a gente vá cortando as amarras para a gente ser Lutero aqui na terra. Urgente, pois a sociedade clama”, declarou.

 

Maria Mendonça I 

A deputada estadual Maria Mendonça (PSDB) protocolou Indicação endereçada ao Governo do Estado e à Secretaria de Comunicação no sentido de adotarem as medidas necessárias à viabilização da criação e propagação de uma Campanha de Doação para o Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente no Estado de Sergipe. Ela explicou que a medida é prevista na Lei 8.069/90 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

 

Maria Mendonça II

Na propositura, já protocolada junto à mesa diretora da Assembleia Legislativa, Maria explicou que a referida Lei estabelece que recursos captados na Declaração de Ajuste Anual do Imposto sobre a Renda serão exclusivamente aplicados na implantação de ações de programas de atendimento às crianças, adolescentes e suas respectivas famílias. “A Legislação brasileira permite que as empresas direcionem até 1% do Imposto de Renda, devido aos Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente”, disse, lembrando que no caso de pessoa física, esse percentual é de até 6%.

 

R$ 400 milhões 

“Ao invés do contribuinte destinar essa parcela do Imposto de Renda devido ao Governo Federal, ele poderá direcionar o valor para um Fundo, seja ele municipal, distrital, estadual ou nacional”, afirmou, acrescentando que os recursos serão, exclusivamente, aplicados no financiamento de projetos e programas “que garantam a crianças e adolescentes um futuro melhor”. Maria observou que, se todos participarem, os recursos que ficam para o Estado podem ultrapassar R$ 400 milhões, contribuindo com milhares de crianças e adolescentes.

 

Poder de escolha

“É, ainda, uma oportunidade de escolher onde a população quer que parte do imposto pago seja investido, além de contribuir para o responsável exercício da cidadania e participação social nas políticas públicas”, afirmou Maria. Ela frisou que, diferentemente do que muitas pessoas pensam, a destinação do Imposto de Renda não representa custo e nem prejudica outras deduções, a exemplo de educação, saúde e pensão alimentícia.

 

Novo desafio

Este colunista é pura gratidão aos diretores responsáveis pelo Jornal Cinform que apostaram e acreditaram no potencial deste espaço que já passou por outros jornais e que vem há alguns anos vem sendo produzido neste e em outros portais da internet. A chegada ao Semanário, além de fazer valer a verdade e a boa informação, é um desafio assumido de apostar em um projeto corajoso de reconstrução.

 

Magistério I

Na quarta-feira (30) todas as atenções estarão voltadas para a Assembleia Legislativa: teremos a votação, nas Comissões Temáticas e em plenário, de dois projetos relacionados à Educação, modelos propostos pelo Executivo, que podem “estremecer” a relação entre o Governo e o Sintese (Sindicato dos Trabalhadores da Educação Básica do Estado).

 

Magistério II

A categoria vê as duas medidas propostas pelo governador Belivaldo Chagas (PSD) e lamenta que os professores e conselhos não tenham sido ouvidos, não tenham participado das discussões na elaboração dos projetos. Certamente que o deputado Iran Barbosa (PT), representante do Sintese na Casa, vai questionar muito e que teremos galerias cheias no dia da votação.

 

Sinpol x Adepol

Enquanto o governador Belivaldo Chagas não “resolve” o impasse entre os delegados de Polícia e os agentes e escrivães, em torno do polêmico projeto Oficial da Polícia Civil (OPC), o clima entre as partes nas delegacias é cada vez pior. Nos últimos dias, em um plantão, um delegado e uma agente discutiram rispidamente e, por pouco, o pior não ocorreu. Isso reflete diretamente na sociedade. Quem “chegou para resolver”, pelo visto, assiste a tudo, em cima do muro...

 

CRÍTICAS E SUGESTÕES

habacuquevillacorte@gmail.com e habacuquevillacorte@hotmail.com

 

 

 

 

 




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