SEGURANÇA PÚBLICA

05/06/2019 as 10:19

Polícia sequestra bens e imóveis de grupo envolvido com jogo do bicho

A Polícia Civil do Rio de Janeiro cumpriu na primeira fase da Operação Nickel, seis mandados de busca e apreensão contra uma organização criminosa

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O recém-criado Departamento Geral de Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro da Polícia Civil do Rio de Janeiro cumpriu na primeira fase da Operação Nickel, seis mandados de busca e apreensão contra uma organização criminosa que atuava na contravenção do jogo do bicho e exploração de máquinas caça-níquel.

Além de cumprir os mandados expedidos pela Justiça, foram bloqueadas contas-correntes e aplicações financeiras de todos os investigados e das empresas analisadas e decretados o sequestro e a indisponibilidade de sete imóveis avaliados em cerca de R$ 7 milhões. Um dos que tiveram as contas bloqueadas foi o ex-policial civil Rogério Augusto Marques de Brito, o Rogerinho, apontado na investigação como o líder da quadrilha.

A diretora do Departamento de Combate à Corrupção, delegada Patricia Alemany, informou que as investigações, que começaram há cerca de três meses, revelaram que a quadrilha praticava usava empresas de fachada e pessoas físicas para ocultar o dinheiro proveniente da contravenção.

Na operação, coordenada pelos delegados Thiago Neves e André Timoni, foram analisaradas mais de 5 milhões de contas dos integrantes da organização com base em um relatório do Ministério Público estadual que apresentavam movimentação financeira suspeita.

Conforme o levantamento feito pelo Departamento Geral de Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro, em apenas uma das empresas de fachada investigadas, houve movimentação de aproximadamente R$ 2,5 milhões, no período de oito meses.

 

Com informações da Agência Brasil e Notícias ao Minuto.




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