SEX APPEAL

02/10/2018 as 09:16

Sexo: veja o que você jamais deve usar como lubrificante na hora H

O ideal é optar por lubrificantes à base de água ou silicone

Foto: (THINKSTOCK).<?php echo $paginatitulo ?>

 

O uso de lubrificantes pode melhorar o desempenho sexual. Esse tipo de produto combate ao ressecamento vaginal, facilita a penetração e ainda deixa a masturbação mais confortável. Mas é importante ter cuidado ao escolher o seu lubrificante.

Segundo especialistas nem todos os produtos podem ser utilizadas na região íntima para evitar riscos de infecção, alergias ou machucados. O ideal é optar por lubrificantes à base de água ou silicone, de preferência testados ginecologicamente, hipoalergênicos, sem álcool e sem bactericidas. Nada de substituir o lubrificante por produtos caseiros.

Confira 6 produtos que você jamais deve usar como lubrificante:

1 - Creme corporal: o uso de hidratantes na região íntima traz prejuízos à saúde, pode causar inchaço, coceira e irritação, pois os produtos contém corante e perfumes em sua composição.

2 - Vaselina: esse produto é a base de petróleo e pode causar infecções como a vaginose bacteriana. Vale lembrar que a vaselina também prejudica a proteção oferecida pela camisinha, pois reage negativamente com o látex (substância da camisinha).

3 - Óleo de bebê, óleo de coco, azeite e óleo de amêndoas: esses itens podem interferir na integridade dos preservativos e têm grande possibilidade de ocasionar uma alergia na área íntima.

4 - Produtos de cabelo (xampu ou condicionador): esses produtos são fabricados apenas para higiene pessoal. Se usados na momento do ato sexual podem prejudicar o pH da vagina e ainda podem danificar a camisinha.

5 - Manteiga: esse item pode deixar a região íntima extremamente pegajosa e prejudicar ao invés de ajudar na penetração. Além disso, após o sexo a manteiga pode trazer várias complicações, como infecções e alergias.

6 - Saliva: sabe aquela famosa cuspida para entrar? Então, a saliva não é escorregadia o suficiente para lubrificar a região sexual e ainda pode contribuir na transmissão de doenças.


 

 

 

Com informações de iBahia.




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